Você sabia?

Gertudre Ederle, em 1926, nadou 35km do canal da mancha em 14h e 31min, duas horas mais rápido que a melhor marca de um homem. 

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Toni Stone, em 1953, tornou-se a primeira mulher a atuar em uma grande liga de beisebol nos Estados Unidos.  

Tenista Billy Jean King, em 1973, aceitou o desafio de enfrentar Bobby Riggs, um grande nome do tênis, considerado machista. O duelo foi marcado como a batalha dos sexos, e atraiu 90 milhões de espectadores na TV. Para contrariar o que muitos esperavam, Billy Jean venceu por 3 sets a 0, deixando muitos confusos, claro, os que acreditavam que as mulheres não teriam capacidade.

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Danica Patrick, em 2008, venceu a etapa do Japão na Fórmula Indy. Primeiro troféu de relevância no automobilismo entregue a uma mulher.

Stamati Revith –  Durante a primeira edição dos Jogos Olímpicos da era Moderna, em 1896, as mulheres eram proibidas de participar. Então, a grega Stamati Revithi realizou o percurso da maratona do lado de fora do estádio, como uma forma de protesto. Ela completou o percurso em 4 horas e meia, conquistando índice menor que muitos homens que disputavam a prova, mas, apesar disso, não teve o reconhecimento do Comitê Olímpico Internacional (COI).

A lista divulgada pela revista Forbes com os 100 atletas mais bem pagos do mundo em 2017, revelou que a única mulher presente na lista é a tenista Serena Willians, na 51ª posição.

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A carioca Aída dos Santos foi a primeira brasileira a disputar uma final olímpica. Em 1964, ficou em quarto lugar no salto em altura na competição de Tóquio, sendo, na ocasião, a única mulher da delegação Brasileira.

A primeira mulher a ganhar um ouro olímpico, foi a tenista Charlotte Cooper nos Jogos Olímpicos de 1900, disputados em Paris. A tenista britânica ficou marcada na história como a primeira atleta mulher a subir no lugar mais alto do pódio olímpico. Foi a primeira vez que mulheres participaram de uma olimpíada, porém, ainda era uma participação apenas em dois esportes: tênis e o golfe.

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A modalidade de boxe foi, por mais de um século, tida como exclusivamente masculina nos jogos.

Daiane dos Santos foi a primeira ginasta brasileira, entre homens e mulheres, a conquistar uma medalha de ouro em uma edição do Campeonato Mundial.

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Hortência é uma das maiores jogadoras brasileiras de basquete de todos os tempos, com 3.160 pontos em 127 jogos. Participou diretamente da conquista do mundial de basquete de 1994 e da medalha de prata nas Olimpíadas de 1996. Em 2005, entrou para o Hall da Fama do basquete feminino, sendo a primeira brasileira a receber tal honra.

Marta, com duas medalhas de prata em Olimpíadas, foi seis vezes eleita pela FIFA a melhor jogadora de futebol do mundo. Mesmo o Brasil não ganhando o título na Copa de 2007, Marta foi eleita a melhor jogadora da competição. É também uma das embaixadoras da Boa Vontade para mulheres e meninas no esporte, na ONU, e, em 2018, foi a primeira mulher na calçada da fama do Maracanã.  

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Em março de 2019, pela primeira vez na história da seleção brasileira de futebol feminino, foram desenvolvidos uniformes exclusivos que, antes elaborados, foram realizados estudos e trocas de informações com jogadoras profissionais e amadoras, segundo a patrocinadora Nike.