{"id":109,"date":"2019-05-08T18:27:45","date_gmt":"2019-05-08T21:27:45","guid":{"rendered":"http:\/\/webjornalismo.unicap.br\/machismonoesporte\/?page_id=109"},"modified":"2019-06-17T18:26:18","modified_gmt":"2019-06-17T21:26:18","slug":"paixao-que-ultrapassa-obstaculos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/machismonoesporte\/paixao-que-ultrapassa-obstaculos\/","title":{"rendered":"Paix\u00e3o que ultrapassa obst\u00e1culos"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; fullwidth=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;3.22.3&#8243; background_image=&#8221;http:\/\/webjornalismo.unicap.br\/machismonoesporte\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/bg-topo.png&#8221; parallax=&#8221;on&#8221;][et_pb_fullwidth_header title=&#8221;Paix\u00e3o que ultrapassa obst\u00e1culos&#8221; subhead=&#8221;Apesar das dificuldades, atletas profissionais falam do amor pelo Esporte e de como n\u00e3o abrem m\u00e3o de buscar a realiza\u00e7\u00e3o dos sonhos, ao mesmo tempo em que se dividem em v\u00e1rias tarefas&#8221; header_image_url=&#8221;http:\/\/webjornalismo.unicap.br\/machismonoesporte\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/topo2-1.png&#8221; _builder_version=&#8221;3.22.7&#8243; title_font=&#8221;Annie Use Your Telescope|||on|||||&#8221; title_font_size=&#8221;70px&#8221; subhead_font=&#8221;Annie Use Your Telescope||||||||&#8221; subhead_font_size=&#8221;30px&#8221; subhead_line_height=&#8221;1.1em&#8221; background_color=&#8221;#45c1a2&#8243;][\/et_pb_fullwidth_header][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;3.22.7&#8243; custom_margin=&#8221;||63px|||&#8221;][et_pb_row background_color_2=&#8221;#80bfcc&#8221; _builder_version=&#8221;3.22.7&#8243;][et_pb_column type=&#8221;2_3&#8243; _builder_version=&#8221;3.22&#8243;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/webjornalismo.unicap.br\/machismonoesporte\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Adrianinha.jpg&#8221; show_bottom_space=&#8221;off&#8221; align_tablet=&#8221;center&#8221; align_last_edited=&#8221;on|desktop&#8221; _builder_version=&#8221;3.24.1&#8243;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.22.7&#8243; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_font_size=&#8221;12px&#8221; text_orientation=&#8221;right&#8221; locked=&#8221;off&#8221;]<\/p>\n<p>Adriana Mois\u00e9s. Foto: Lorena Lima<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.22.7&#8243; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_text_color=&#8221;#000000&#8243; text_font_size=&#8221;15px&#8221; header_font=&#8221;|700|||||||&#8221; header_font_size=&#8221;36px&#8221; custom_padding=&#8221;0px|||||&#8221;]<\/p>\n<p>&#8220;Sempre fui baixinha e todo mundo me questionava por estar em uma quadra de basquete. Tive que provar que n\u00e3o tem impedimento quando voc\u00ea realmente quer alguma coisa. J\u00e1 vivi algumas situa\u00e7\u00f5es de preconceito por ser mulher e por ser negra enquanto jogava, mas s\u00f3 me deixaram mais forte\u201d, destaca a ex-jogadora da Sele\u00e7\u00e3o Brasileira de Basquete, Adriana Mois\u00e9s, mais conhecida como Adrianinha, que, aos 13 anos, decidiu morar longe dos pais, abriu m\u00e3o da fam\u00edlia para lutar e conquistar espa\u00e7o no esporte.<\/p>\n<p>Em pesquisa realizada pelo estudo <a href=\"https:\/\/universa.uol.com.br\/noticias\/redacao\/2018\/06\/20\/40-das-mulheres-no-esporte-enfrentam-discriminacao-de-genero-diz-estudo.htm\">\u201cBeyond 30 per cent: Workplace Culture in Sport\u201d, cerca de 40%<\/a> das mulheres do meio esportivo j\u00e1 sofreram algum tipo de discrimina\u00e7\u00e3o. Foram ouvidos aproximadamente 1.152 homens e mulheres da ind\u00fastria do esporte revelando que apenas 20% dos homens passaram por essa situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Realidade dif\u00edcil de ser encarada por muitos mas, para in\u00fameras mulheres, s\u00e3o apenas alguns dos motivos que as impulsionam para fazer o que amam, com total entrega, rompendo barreiras e paradigmas, como \u00e9 o caso da \u00e1rbitra de futebol Raquel Ferreira que, desde a inf\u00e2ncia, era apaixonada pelo esporte. Escolheu o curso de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica e l\u00e1 foi informada sobre o curso de arbitragem de futebol, carreira que segue h\u00e1 dez anos. As dificuldades foram muitas, a maioria delas apenas por ser mulher.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/webjornalismo.unicap.br\/machismonoesporte\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Raquel-1.jpg&#8221; show_bottom_space=&#8221;off&#8221; align_tablet=&#8221;center&#8221; align_last_edited=&#8221;on|desktop&#8221; _builder_version=&#8221;3.24.1&#8243;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.22.7&#8243; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_font_size=&#8221;12px&#8221; text_orientation=&#8221;right&#8221; locked=&#8221;off&#8221;]<\/p>\n<p>Raque Ferreira. Foto: Google\/Reprodu\u00e7\u00e3o da internet<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.22.7&#8243; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_text_color=&#8221;#000000&#8243; text_font_size=&#8221;15px&#8221; header_font=&#8221;|700|||||||&#8221; header_font_size=&#8221;36px&#8221; custom_padding=&#8221;0px|||||&#8221; inline_fonts=&#8221;Georgia&#8221;]<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 15px;\">No ano de 1900, em Paris, na Fran\u00e7a, algumas barreiras come\u00e7aram a ser derrubadas, havendo a permiss\u00e3o de que modalidades fossem destinadas \u00e0s mulheres, resultando na inclus\u00e3o do golfe e t\u00eanis femininos, apenas pelo motivo de n\u00e3o haver contato f\u00edsico e por serem considerados esteticamente belos. O machismo e o preconceito dificultaram a entrada das mulheres nesse meio, e isso se reflete nos dias de hoje.<\/span><\/p>\n<p>Cento e doze anos depois, nos Jogos Ol\u00edmpicos de Londres (2012), pela primeira vez, os 204 pa\u00edses participantes levaram homens e mulheres para a competi\u00e7\u00e3o e 44% dos participantes eram do sexo feminino. Foi o maior percentual de mulheres na hist\u00f3ria das Olimp\u00edadas. Tamb\u00e9m houve competi\u00e7\u00f5es femininas em todos os esportes. As mulheres comandaram a campanha vitoriosa dos Estados Unidos, conquistando 58 das 104 medalhas. A China tamb\u00e9m se destacou como vice campe\u00e3, e 49 dos 87 p\u00f3dios foram femininos.<\/p>\n<p>Com passar dos anos e das competi\u00e7\u00f5es ol\u00edmpicas, as mulheres ingressaram em outros esportes, mas ainda assim, h\u00e1 uma diferen\u00e7a expressiva n\u00e3o s\u00f3 na quantidade de mulheres participantes, mas tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sal\u00e1rios, tratamentos, entre outros fatores.<\/p>\n<p>Para as mulheres que enfrentam essas dificuldades, o principal motor para seguir em frente \u00e9 a paix\u00e3o. Para Adrianinha, o basquete \u00e9 uma das coisas mais importantes da sua vida. \u201cFoi muito aprendizado que me fortaleceu. As oportunidades apareceram e, gra\u00e7as a Deus e a minha fam\u00edlia, muitas pessoas me apoiaram e pude aproveitar\u201d, afirma. Aos 26 anos, ela se tornou m\u00e3e de primeira viagem, recebendo o privil\u00e9gio e um dos maiores desafios que a mulher pode ter.\u00a0<span style=\"font-size: 15px;\">Conciliar as duas coisas n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil.<\/span><\/p>\n<p>\u201cSer m\u00e3e e ser atleta de alto rendimento \u00e9 muito dif\u00edcil. Fui at\u00e9 questionada se queria ter minha filha mesmo. Ter que escolher entre a carreira e ser m\u00e3e \u00e9 um absurdo, ser m\u00e3e \u00e9 uma d\u00e1diva de Deus. Hoje, minha filha tem 12 anos e j\u00e1 \u00e9 atleta tamb\u00e9m. Assim foi minha carreira, com quatro mundiais, cinco olimp\u00edadas e com muita honra vestindo a camisa da sele\u00e7\u00e3o brasileira feminina. Encerrei minha carreira no Recife, onde moro, me casei e fui novamente m\u00e3e da bebezinha Regina\u201d.<\/p>\n<p>Encarar os desafios e correr atr\u00e1s do que muitos acreditam ser profiss\u00e3o apenas para homens e que lugar de mulher \u00e9 fora do campo ou das quadras, foi um dos desafios que a \u00e1rbitra Raquel enfrentou, mas os motivos que a fazem continuar e exercer sua profiss\u00e3o s\u00e3o maiores do que qualquer um que queira desmotiv\u00e1-la. \u201cPaix\u00e3o define minha rela\u00e7\u00e3o com a profiss\u00e3o. Aprendi a gostar e lev\u00e1-la como uma das minhas prioridades. Saber que, como mulher, posso contribuir para que outras mulheres acreditem que podem atuar em diversos locais de trabalho que ainda s\u00e3o considerados ambientes masculinos \u00e9 gratificante e me motiva\u201d. \u00a0<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.24.1&#8243; text_font=&#8221;Annie Use Your Telescope|700|||||||&#8221; text_text_color=&#8221;#000000&#8243; text_font_size=&#8221;42px&#8221; header_font=&#8221;|700|||||||&#8221; header_font_size=&#8221;36px&#8221; custom_padding=&#8221;0px|||||&#8221;]<\/p>\n<p>Mercado de trabalho<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.22.7&#8243; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_text_color=&#8221;#000000&#8243; text_font_size=&#8221;15px&#8221; header_font=&#8221;|700|||||||&#8221; header_font_size=&#8221;36px&#8221; custom_padding=&#8221;0px|||||&#8221; inline_fonts=&#8221;Georgia&#8221;]<\/p>\n<p>A luta das mulheres pela conquista de espa\u00e7o \u00e9 di\u00e1ria e ainda \u00e9 marcada por muita resist\u00eancia e pouco reconhecimento. O mercado de trabalho brasileiro mostra que as mulheres t\u00eam um caminho extenso a trilhar para igualarem-se ao reconhecimento dado ao trabalho dos homens. <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/economia\/concursos-e-emprego\/noticia\/mulheres-ganham-menos-que-os-homens-em-todos-os-cargos-e-areas-diz-pesquisa.ghtml\">Outra pesquisa com quase 8 mil profissionais<\/a>, realizada e publicada pelo site de empregos Catho, em 2018, revelou que as mulheres ganham menos que os homens em todos os cargos, \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o e n\u00edveis de escolaridade pesquisados. Uma diferen\u00e7a salarial alarmante que chega a quase 53%.<\/p>\n<p>No Esporte n\u00e3o \u00e9 diferente. A atividade profissional nesta \u00e1rea \u00e9 caracterizada pela remunera\u00e7\u00e3o do exerc\u00edcio esportivo ao profissional que pratica, mas a diferen\u00e7a salarial \u00e9 n\u00edtida. Prova disso \u00e9 a <a href=\"https:\/\/sportv.globo.com\/site\/blogs\/blog-do-coach\/post\/2018\/06\/05\/forbes-divulga-dos-100-atletas-mais-bem-pagos-do-mundo.ghtml\">lista divulgada<\/a> pela revista Forbes que revela que entre os 100 atletas mais bem pagos do mundo em 2018 n\u00e3o h\u00e1 nenhuma mulher.<\/p>\n<p>A fase de exclus\u00e3o das mulheres na realiza\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica de atividades f\u00edsicas no Brasil seguiu o mesmo modelo internacional. A primeira edi\u00e7\u00e3o ol\u00edmpica que aconteceu em 1896. Segundo artigo publicado pela professora Katia Rubio, no Jornal da USP (2017), a participa\u00e7\u00e3o das mulheres foi proibida e, se hoje h\u00e1 envolvimento e participa\u00e7\u00e3o feminina, \u00e9 gra\u00e7as \u00e0 luta de centenas de mulheres, por mais de um s\u00e9culo, reivindicando o esporte como um direito e n\u00e3o um privil\u00e9gio.<\/p>\n<p>E, por mais que estejamos em pleno s\u00e9culo 21, algumas \u201cjustificativas\u201d antigas para manter as mulheres longe dos esportes ainda perduram como, por exemplo, o coment\u00e1rio de que o excesso de atividade f\u00edsica podem ser considerados prejudiciais para o corpo das mulheres ou at\u00e9 mesmo mencionar que a mulher perderia sua \u201cfeminilidade\u201d com a pr\u00e1tica esportiva.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/webjornalismo.unicap.br\/machismonoesporte\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/WhatsApp-Image-2019-06-12-at-18.41.25.jpeg&#8221; show_bottom_space=&#8221;off&#8221; align_tablet=&#8221;center&#8221; align_last_edited=&#8221;on|desktop&#8221; _builder_version=&#8221;3.24.1&#8243;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.22.7&#8243; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_font_size=&#8221;12px&#8221; text_orientation=&#8221;right&#8221; locked=&#8221;off&#8221;]<\/p>\n<p>Soraya Barreto. Foto: Arquivo Pessoal<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.22.7&#8243; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_text_color=&#8221;#000000&#8243; text_font_size=&#8221;15px&#8221; header_font=&#8221;|700|||||||&#8221; header_font_size=&#8221;36px&#8221; custom_margin=&#8221;||-5px|||&#8221; custom_padding=&#8221;0px|||||&#8221;]<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 15px;\">A Publicit\u00e1ria, atualmente professora da Universidade Federal de Pernambuco no curso de Publicidade e Propaganda e tamb\u00e9m pesquisadora de g\u00eanero, esportes e futebol, Soraya Barreto, v\u00ea que a mulher alcan\u00e7a seu espa\u00e7o com luta e destaca: \u201cEm toda hist\u00f3ria, a mulher n\u00e3o conseguiu nada dado, tudo foi conquistado. Seja como atleta como gestora, o segredo \u00e9 resist\u00eancia e ocupa\u00e7\u00e3o. As mulheres est\u00e3o ocupando esse espa\u00e7o, est\u00e3o se juntando e se mobilizando para ocupar esse espa\u00e7o, e tem sido muito dif\u00edcil, mas s\u00f3 atrav\u00e9s da luta e o querer se impor nesse lugar, participando mesmo ouvindo gra\u00e7a, ouvindo ou recebendo viol\u00eancia simb\u00f3lica, o que digo \u00e9 resist\u00eancia e ocupa\u00e7\u00e3o\u201d.<\/span><\/p>\n<p>A paix\u00e3o que \u00e9 capaz de dar for\u00e7a a in\u00fameras mulheres que se doam para ultrapassar qualquer tipo de barreira para conquistar aquilo querem e\u00a0demonstram cada vez mais a for\u00e7a que a mulher tem. \u201cSobre mulher no esporte? A palavra que define para mim \u00e9: guerreira. Essa palavra traduz exatamente como a mulher que est\u00e1 no esporte \u00e9. Seja aqui, na Argentina, seja na Europa ou nos Estados Unidos. \u00c0s vezes falava que a sele\u00e7\u00e3o feminina brasileira que n\u00e3o tinham privil\u00e9gios, apenas os homens, mas vi que outras mulheres de outros pa\u00edses e outras modalidades passavam por essa mesma situa\u00e7\u00e3o. A mulher \u00e9 guerreira, sim, e al\u00e9m de tudo, ela tem a cobran\u00e7a de ser feminina, de ser m\u00e3e, de ser esposa. Mulher no esporte \u00e9 guerreira\u201d, destacou Adrianinha.\u00a0<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_3&#8243; _builder_version=&#8221;3.22&#8243;][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.22.7&#8243; header_font=&#8221;||||||||&#8221; header_2_font=&#8221;|700|||||||&#8221; header_2_text_color=&#8221;#9378a8&#8243; header_2_font_size=&#8221;50px&#8221; custom_padding=&#8221;30px|30px|0px|30px&#8221;]<\/p>\n<h2>Saiba mais&#8230;<\/h2>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;3.22.7&#8243; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_font_size=&#8221;16px&#8221; text_line_height=&#8221;1.4em&#8221; background_layout=&#8221;dark&#8221; custom_margin=&#8221;|30px||30px&#8221;]<\/p>\n<p>Para essa pesquisa, foram ouvidos 1.152 homens e mulheres da ind\u00fastria do esporte.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_circle_counter title=&#8221;Das mulheres do meio esportivo j\u00e1 sofreram algum tipo de discrimina\u00e7\u00e3o&#8221; number=&#8221;40&#8243; bar_bg_color=&#8221;#d9c495&#8243; 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