{"id":668,"date":"2022-05-27T19:21:48","date_gmt":"2022-05-27T22:21:48","guid":{"rendered":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/?page_id=668"},"modified":"2022-05-30T19:48:54","modified_gmt":"2022-05-30T22:48:54","slug":"imprensa-feminina-do-seculo-xix-atuou-na-emancipacao-das-mulheres","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/imprensa-feminina-do-seculo-xix-atuou-na-emancipacao-das-mulheres\/","title":{"rendered":"Imprensa feminina do s\u00e9culo XIX atuou na emancipa\u00e7\u00e3o das mulheres"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; fullwidth=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_color=&#8221;#973f8b&#8221; background_image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/bg-topo3.png&#8221; parallax=&#8221;on&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_fullwidth_header title=&#8221;Imprensa Feminina&#8221; subhead=&#8221;do s\u00e9culo XIX atuou na emancipa\u00e7\u00e3o das mulheres&#8221; content_max_width=&#8221;60%&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; title_font=&#8221;Elaine||||||||&#8221; title_font_size=&#8221;60px&#8221; background_enable_color=&#8221;off&#8221; module_alignment=&#8221;left&#8221; custom_padding=&#8221;12vh||12vh||true|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_fullwidth_header][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/bg-topo3d.png&#8221; background_size=&#8221;initial&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row column_structure=&#8221;3_5,2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;][et_pb_column type=&#8221;3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/mosaico.jpg&#8221; title_text=&#8221;mosaico&#8221; show_bottom_space=&#8221;off&#8221; align=&#8221;center&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p><span style=\"font-size: small;\">Alguns t\u00edtulos de jornais femininos da \u00e9poca. Arte: Jo\u00e3o Bosco<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cQuando as primeiras mulheres tiveram acesso ao letramento, imediatamente se apoderaram da leitura, que por sua vez as levou \u00e0 escrita e \u00e0 cr\u00edtica. E independente de serem poetisas ficcionistas, jornalistas ou professoras, a leitura lhes deu consci\u00eancia do estatuto de exce\u00e7\u00e3o que ocupavam no universo de mulheres analfabetas, da condi\u00e7\u00e3o subalterna a que o sexo estava submetido, e propiciou o surgimento de escritos reflexivos e engajados, tal a den\u00fancia e o tom reinvidicat\u00f3rio que muitos deles ainda hoje cont\u00eam\u201d, situa Const\u00e2ncia Lima Duarte, doutora em Teoria Liter\u00e1ria, professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pesquisadora da rela\u00e7\u00e3o entre a literatura e a imprensa feminina.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A participa\u00e7\u00e3o das mulheres, ainda no s\u00e9culo XIX, em peri\u00f3dicos, jornais e revistas foi primordial para a conquista do espa\u00e7o liter\u00e1rio. Afinal, muitas escritoras iniciaram na educa\u00e7\u00e3o e no jornalismo, antes de partir, efetivamente, para os livros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cMais do que os livros, foram os jornais e as revistas os primeiros e principais ve\u00edculos da produ\u00e7\u00e3o letrada feminina, que desde o in\u00edcio se configuraram em espa\u00e7os de aglutina\u00e7\u00e3o, divulga\u00e7\u00e3o e resist\u00eancia. A maioria das escritoras publicou antes em suas p\u00e1ginas para depois se aventurar em livros. Como costumava acontecer, \u00e9 quase certo que o car\u00e1ter engajado de muitos dos textos destinados a um p\u00fablico mais amplo tenha contribu\u00eddo para a posterior exclus\u00e3o de certas autoras da hist\u00f3ria liter\u00e1ria nacional\u201d, continua a pesquisadora.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Majoritariamente compostas por vis\u00f5es machistas, as produ\u00e7\u00f5es jornal\u00edsticas e liter\u00e1rias eram produzidas <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">por <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">e <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">para <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">homens. No entanto, essa estrutura, por volta dos meados do s\u00e9culo XIX, come\u00e7ou a exigir mudan\u00e7as. Mulheres queriam se ler e se reconhecer, o que n\u00e3o deixou outra alternativa: os homens passaram a escrever textos mais femininos; at\u00e9 o per\u00edodo em que as pr\u00f3prias assumiram a autoria dos textos e das reda\u00e7\u00f5es de jornais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A pesquisa de Duarte resultou na publica\u00e7\u00e3o do livro <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Imprensa feminina e feminista no Brasil: S\u00e9culo XIX <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(2016), em que ressalta os 143 jornais e revistas que se digiriam ao p\u00fablico feminino, e que estavam em cirucla\u00e7\u00e3o no Brasil durante o s\u00e9culo XIX. Al\u00e9m disso, atua como guia que preenche as lacunas, quando o assunto \u00e9 a hist\u00f3ria da mulher brasileira.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A diferencia\u00e7\u00e3o dos termos utilizados no t\u00edtulo fornece a compreens\u00e3o do entendimento jornal\u00edstico da \u00e9poca. \u201cA <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">imprensa feminina<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> era destinada \u00e0s mulheres, \u00e0s leitoras. Muitas vezes, feita por homens. Muitos peri\u00f3dicos eram de homens para mulheres, mas era feminino, porque o objeto, o trato e os assuntos eram para mo\u00e7as. A <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">imprensa feminista<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> eu considero os per\u00edodicos que tem um olhar de reinvidica\u00e7\u00e3o, de den\u00fancia da opress\u00e3o feminina e do lugar ocupado pela mulher\u201d, explica a autora.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os estudos de Duarte revelam que, com o avan\u00e7o da segunda onda feminista, em meados de 1870, tem-se um alto n\u00famero de jornais e revistas feministas, considerando a situa\u00e7\u00e3o de letramento feminino da \u00e9poca. \u201cTodos estes peri\u00f3dicos foram importantes instrumentos na conscientiza\u00e7\u00e3o das mulheres, pois divulgavam o que ocorria nos outros pa\u00edses, faziam circular os textos entre si, davam not\u00edcias de livros, da abertura de escolas, e apoiavam as iniciativas das companheiras. Criaram, concretamente, uma leg\u00edtima rede de apoio m\u00fatuo e de interc\u00e2mbio intelectual\u201d, exp\u00f5e ela, no artigo <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Feminismo e literatura no Brasil<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, publicado em 2003.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dessa forma, a autora acredita que esse n\u00famero \u00e9 apenas o in\u00edcio. \u201c\u00c9 a ponta do <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">iceberg<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, pois outros devem ter tamb\u00e9m existido e se perderam por falta de conserva\u00e7\u00e3o\u201d, elucida Const\u00e2ncia Lima Duarte.<\/span><\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/image2.jpg&#8221; title_text=&#8221;image2&#8243; show_bottom_space=&#8221;off&#8221; align=&#8221;center&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<span style=\"font-size: small;\">Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Livro Imprensa feminina e feminista no Brasil<br \/>\n<\/span>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;3_5,2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_padding=&#8221;0px|||||&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">O Espelho Diamantino <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">(1827)<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">foi o primeiro jornal criado para o p\u00fablico feminino. Seu fundador foi o jornalista franc\u00eas Pierre Plancher. No ano seguinte ao do lan\u00e7amento, foi publicado o seu \u00faltimo volume. A partir da\u00ed, mais jornais que falavam <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">com <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">e <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">para <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">as mulheres come\u00e7aram a surgir no pa\u00eds, e novos caminhos foram abertos no mundo editorial e jornal\u00edstico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cUma das raz\u00f5es para a cria\u00e7\u00e3o dos peri\u00f3dicos de mulheres no s\u00e9culo XIX partiu da necessidade de conquistarem direitos. Em primeiro lugar, o direito \u00e0 educa\u00e7\u00e3o; em segundo, o direito \u00e0 profiss\u00e3o e, bem mais tarde, o direito ao voto. Quando falamos dos peri\u00f3dicos do s\u00e9culo XIX, h\u00e1 que se destacar, pois, essas grandes linhas de luta\u201d, aponta a escritora e pesquisadora Zahid\u00e9 Muzart.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A cidade do Rio de Janeiro dispara com a maior quantidade de peri\u00f3dicos publicados no per\u00edodo: 45. Em segundo lugar, se encontra o Recife, com 25, sendo a primeira publica\u00e7\u00e3o datada em 1831, o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Espelho das Brasileiras.<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">S\u00e3o Paulo est\u00e1 na terceira posi\u00e7\u00e3o, com 14; Salvador, com 9; e Fortaleza, com 4. No t\u00f3pico de sediar os jornais nos estados, Minas Gerais lidera com 7 cidades; em seguida vem Bahia e, logo depois, Rio Grande do Sul, ambos com 4.<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\"><\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cSe era comum os jornais sucumbirem ap\u00f3s o segundo ou terceiro ano de vida, vencidos pelas dificuldades inerentes ao empreendimento, outros \u2013 muitos outros \u2013 tiveram vida longa. Muitos dentre os editados por mulheres foram usados para que elas se posicionassem politicamente a favor ou contra a monarquia, a Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha, a Constituinte, a aboli\u00e7\u00e3o ou a Rep\u00fablica. Ou ainda para divulgarem o ide\u00e1rio feminista, contestar o mandonismo patriarcal e o comportamento domesticado das mulheres. Estavam empenhadas em conscientizar as leitoras de seus direitos \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, \u00e0 propriedade, ao voto e ao trabalho\u201d, estabelece Const\u00e2ncia Lima Duarte.<\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\"><\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">Retomar esses peri\u00f3dicos, jornais e revistas \u00e9 repensar como era feita a imprensa feminina. \u00c9 poss\u00edvel notar os avan\u00e7os que protagonizam a escuta e a escrita das mulheres; no entanto, a luta pela \u201cdic\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria pr\u00f3pria\u201d continua, como enfatiza Duarte.<\/span><\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/image1.jpg&#8221; title_text=&#8221;image1&#8243; show_bottom_space=&#8221;off&#8221; align=&#8221;center&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; locked=&#8221;off&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; locked=&#8221;off&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<span style=\"font-size: small;\">Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Livro Imprensa feminina e feminista no Brasil<\/span>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_color=&#8221;#ededed&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; header_2_font=&#8221;Elaine||||||||&#8221; header_2_font_size=&#8221;50px&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<h2>Jornais Femininos<\/h2>\n<p><strong>Publicados no Recife do S\u00e9culo XIX<\/strong><\/p>\n<p>Veja alguns dos t\u00edtulos publicados na cidade ao longo de 60 anos, de 1831 a 1890<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_slider _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; header_font_size=&#8221;28px&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_slide heading=&#8221;Espelho das Brasileiras, surgiu em 1\u00ba de fevereiro de 1831&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/image1.jpg&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]<\/p>\n<p>Lan\u00e7ado no Diario de Pernambuco, teve como respons\u00e1vel Adolphe Emile de Bois-Garin, jornalista franc\u00eas, residente em Pernambuco. Tinha o prop\u00f3sito de divulgar a necessidade de conscientizar e informar \u00e0s leitoras sobre a cidadania feminina.<\/p>\n<p>[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;Jornal de Variedade, criado em 14 de junho de 1835&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/nao-disponivel.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]<\/p>\n<p>Tem-se grande aus\u00eancia de informa\u00e7\u00f5es das edi\u00e7\u00f5es, o que impede o conhecimento do posicionamento editorial. Entretanto, sabe-se que as se\u00e7\u00f5es variavam entre \u201cProspecto\u201d, \u201cModas\u201d, \u201cA Son\u00e2mbula\u201d e \u201cVariedades\u201d.<\/p>\n<p>[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;Relator de Novelas, originado em 29 de junho de 1837&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/nao-disponivel.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]<\/p>\n<p>Assim como ocorre com outros peri\u00f3dicos novecentistas, n\u00e3o foram encontrados outros registros editoriais do jornal destinado \u00e0 informa\u00e7\u00e3o das novelas.<\/p>\n<p>[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;Espelho das Bellas, surgiu em 16 de dezembro de 1841&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/espelho-das-belas.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]Dedicava-se a divulgar contos, novelas, charadas e modas. N\u00e3o abordava temas sociais e pol\u00edticos, pelo contr\u00e1rio, enfatizava quais seriam os comportamentos adequados para as mulheres. Ainda no primeiro ano de lan\u00e7amento, conquistou 41 assinaturas femininas.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;O Brinco das Damas, in\u00edcio em 26 de junho de 1849&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/brinco-das-damas.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]O redator-respons\u00e1vel era o acad\u00eamico Joaquim Pires Machado Portela. N\u00e3o possu\u00eda se\u00e7\u00f5es fixas nem ilustra\u00e7\u00f5es, e os textos eram publicados sem assinatura.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;O Recreio das Bellas, criado em 8 de setembro de 1849&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/nao-disponivel.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]N\u00e3o existem exemplares do jornal, por\u00e9m, tem-se a informa\u00e7\u00e3o de que foram 23 edi\u00e7\u00f5es, com atividade encerrada em 15 de fevereiro de 1850.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;A Grinalda, surgiu em dezembro de 1849&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/nao-disponivel.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]O seu lan\u00e7amento foi divulgado no Diario de Pernambuco, mas n\u00e3o estendeu o funcionamento e teve fim ap\u00f3s a quinta edi\u00e7\u00e3o.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;O Jasmim, iniciado em 22 de junho de 1850&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/nao-disponivel.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]N\u00e3o s\u00e3o encontradas grandes informa\u00e7\u00f5es sobre a publica\u00e7\u00e3o. O que se sabe \u00e9 o custo das assinaturas que estava em 1.000 r\u00e9is anualmente.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;A Esmeralda, come\u00e7ou em 7 de setembro de 1850&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/nao-disponivel.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]As informa\u00e7\u00f5es sobre este jornal foram perdidas com o tempo. Sua impress\u00e3o era realizada na Tipografia de Manoel Figueroa de Faria e vendido a 40 r\u00e9is, o exemplar.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;O Jardim das Damas, fundado em janeiro de 1852&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/nao-disponivel.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]Dirigido por Felipe Neri Cola\u00e7o, foi o primeiro jornal ilustrado de Pernambuco. Tratava de temas educacionais e morais, al\u00e9m de trazer poesias e receitas.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;A Bonina, surgiu em 17 de junho de 1854&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/nao-disponivel.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]Impresso na Gr\u00e1fica de Manoel Figueroa de Faria, era publicado semanalmente, com a edi\u00e7\u00e3o de Pedro Calazans.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;A Camelia, criado em 7 de setembro de 1854&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/a-camelia.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]Foi dirigido por Eug\u00eanio Augusto do Couto Belmonte e impresso na Tipografia Federativa Republicana. Publicava textos liter\u00e1rios e anedotas.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;Estrella das Bellas, com in\u00edcio em 10 de julho de 1856&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/nao-disponivel.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]Criado por Manuel Braz Odorico Pestana, tamb\u00e9m era impresso na Tipografia Republicana Federativa Universal. Era visto como \u201cdefensor das am\u00e1veis pernambucanas\u201d. N\u00e3o se tem registro das edi\u00e7\u00f5es.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;O Monitor das Familias, come\u00e7ou a circular em 02 de dezembro de 1859&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/1861.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]Dirigido por Felipe Nery Cola\u00e7o, tinha um tom moralista e patriarcal. As edi\u00e7\u00f5es giravam em torno de conselhos dom\u00e9sticos, receitas e musicais.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;Jornal das Damas, em 1862&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/jornal-das-damas.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]Reproduzia publica\u00e7\u00f5es de outros peri\u00f3dicos e a assinatura trimestral custava 2.000 r\u00e9is. Apenas a sexta edi\u00e7\u00e3o foi encontrada e n\u00e3o se tem not\u00edcias da continuidade das atividades.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;A Marqueza do Norte, surgiu em 21 de dezembro de 1866&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/a-marqueza-do-norte.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]\u00c9 considerado um \u201cbelo exemplo da diversidade da imprensa feminina brasileira\u201d, por Const\u00e2ncia Lima Duarte. Tem-se ind\u00edcios de que a respons\u00e1vel tenha sido uma mulher, embora sua identidade seja desconhecida. O jornal era contr\u00e1rio \u00e0 monarquia e defendia os direitos femininos.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;A Madressilva, criado em 01 de outubro de 1869&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/nao-disponivel.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]Foi dirigido por Apr\u00edgio Justiniano da Silva Guimar\u00e3es e possu\u00eda mulheres como colaboradoras. O jornal era grande apoiador da literatura, mas faltam exemplares sobre as edi\u00e7\u00f5es publicadas.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;A Mulher, in\u00edcio em 07 de maio de 1875&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/nao-disponivel.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]Abordava temas femininos, \u201csem ser feminista\u201d. N\u00e3o se tem registro das identidades das redatoras e das edi\u00e7\u00f5es lan\u00e7adas.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;O Myosotis, fundado em 25 de julho de 1875&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/nao-disponivel.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]A redatora e propriet\u00e1ria era Maria Her\u00e1clia de Azevedo. Tinha tr\u00eas correspondentes: Alfredo de Aquino Fonseca, do Rio de Janeiro; Ezequiel Freire, de S\u00e3o Paulo; e Avelino de Moraes, de Sergipe. O jornal contou, ainda, com colabora\u00e7\u00f5es de escritoras conhecidas, mas os exemplares s\u00e3o raros.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;Phalena, surgiu em 20 de agosto de 1877&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/nao-disponivel.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]Era considerada uma \u201cRevista Liter\u00e1ria Ilustrada\u201d e defendia o que o espa\u00e7o dom\u00e9stico era dedicado \u00e0s mulheres. Tamb\u00e9m foram publicados contos e poemas de escritores da \u00e9poca.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;O Beija-Flor, iniciado em 19 de junho de 1880&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/nao-disponivel.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]Era impresso na Tipografia Acad\u00eamica e vendido a 40 r\u00e9is, o exemplar. Todos os textos encontrados s\u00e3o sem assinatura.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;A Mulher, em 1881&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/nao-disponivel.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]O primeiro lan\u00e7amento aconteceu em Nova York, encabe\u00e7ado por duas estudantes brasileiras: Maria Augusta Generosa Estrella e Josepha Agueda Felisbela Mercedes de Oliveira. O primeiro editorial revela o tom incisivo do jornal que defendia o direito das mulheres. Em 1883, a edi\u00e7\u00e3o voltou ao Recife e teve a colabora\u00e7\u00e3o de escritoras pernambucanas.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;O Beija-Flor, surgiu em 28 de janeiro de 1883&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/nao-disponivel.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]A circula\u00e7\u00e3o do jornal durou apenas um m\u00eas, mas publicou poesias e cr\u00f4nicas, e era vendido a 200 r\u00e9is.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;Ave Libertas, criado em 8 de abril de 1885&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/sociedade-abolicionista.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]Era impresso na Tipografia Mercantil de Recife e defendia a causa abolicionista. Apesar do termo \u201cfeminismo\u201d n\u00e3o aparecer em nenhum texto, pode-se considerar o tom feminista do peri\u00f3dico, que era liderado por mulheres da Sociedade Ave Libertas.[\/et_pb_slide][et_pb_slide heading=&#8221;A Rosa, fundado em 18 de outubro de 1890&#8243; image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/nao-disponivel.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_transition=&#8221;on&#8221;]Dirigido por P\u00f3rcia Const\u00e2ncia de Mello, criticava a educa\u00e7\u00e3o superficial oferecida \u00e0s meninas e denunciava a sobrecarga feminina.[\/et_pb_slide][\/et_pb_slider][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_margin=&#8221;-20px||||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<span style=\"font-size:small;\">Fonte: Livro Imprensa femininsta e feminista no Brasil: S\u00e9culo XIX (2016), de Const\u00e2ncia Lima Duarte.<\/span>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p><strong>LEIA MAIS:<\/strong> <a href=\"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/historia\/\">Hist\u00f3ria<\/a> | <a href=\"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/as-escritoras-brasileiras-do-seculo-xix\/\">As escritoras brasileiras do s\u00e9culo XIX<\/a><\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alguns t\u00edtulos de jornais femininos da \u00e9poca. Arte: Jo\u00e3o Bosco \u201cQuando as primeiras mulheres tiveram acesso ao letramento, imediatamente se apoderaram da leitura, que por sua vez as levou \u00e0 escrita e \u00e0 cr\u00edtica. E independente de serem poetisas ficcionistas, jornalistas ou professoras, a leitura lhes deu consci\u00eancia do estatuto de exce\u00e7\u00e3o que ocupavam no [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_et_pb_use_builder":"on","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/668"}],"collection":[{"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=668"}],"version-history":[{"count":21,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/668\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":733,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/668\/revisions\/733"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/literatura-feminina\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=668"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}