{"id":578,"date":"2020-06-28T15:30:44","date_gmt":"2020-06-28T18:30:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jotabosco.com.br\/unicap\/alunos\/?p=578"},"modified":"2020-08-15T15:19:14","modified_gmt":"2020-08-15T18:19:14","slug":"das-paginas-a-televisao-a-historia-da-archie-comics","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/das-paginas-a-televisao-a-historia-da-archie-comics\/","title":{"rendered":"Das p\u00e1ginas \u00e0 televis\u00e3o: a hist\u00f3ria da Archie Comics"},"content":{"rendered":"<p><strong>COMO NASCEU<\/strong><br \/>\nArchie teve sua primeira apari\u00e7\u00e3o na revista Pep Comics #22 em dezembro de 1942 e teve como ideia principal apresentar uma linha de hist\u00f3ria mais simples do que acontecia na \u00e9poca com o frenesi de super-her\u00f3is que tomava todas as revistas em quadrinhos, incluindo as da MLT Magazines, nome original da editora Archie Comics, que foi rebatizada devido ao sucesso dos quadrinhos.<\/p>\n<p><strong><em>THE RISE\u2026<\/em><\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_440\" style=\"width: 205px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-440\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-440 size-medium\" src=\"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/archie2-195x300.jpg\" alt=\"Capa do Archie Superteens Versus Crusaders (Site Archie Comics)\" width=\"195\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/archie2-195x300.jpg 195w, https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/archie2.jpg 360w\" sizes=\"(max-width: 195px) 100vw, 195px\" \/><p id=\"caption-attachment-440\" class=\"wp-caption-text\">Capa do Archie Superteens Versus Crusaders (Site Archie Comics)<\/p><\/div>\n<p>Em 1942, Archie ganhou sua pr\u00f3pria publica\u00e7\u00e3o: a Archie Comics, mais tarde simplificada para apenas Archie. Ele tinha como p\u00fablico-alvo crian\u00e7as e contava hist\u00f3rias de mist\u00e9rio, envolvendo a cidadezinha pacata de Riverdale e seus moradores. O sucesso foi t\u00e3o grande que diversos spin-offs foram criados, como \u201cArchie\u2019s Girls Betty and Veronica\u201d, que apresentava hist\u00f3rias com foco nas duas personagens femininas mais amadas dos quadrinhos; \u201cArchie\u2019s Pal Jughead\u201d, que tinha Jughead Jones como destaque; \u201cLittle Archie\u201d um spin-off focado na turma quando crian\u00e7as; e \u201cArchie\u2019s Super Teens\u201d, que explorou a onda de super-her\u00f3is, dando aos personagens principais superpoderes condizentes com suas personalidades nos quadrinhos originais. Archie tinha, e tem at\u00e9 hoje, uma base de f\u00e3s extremamente leal, que consume e adora todas as suas hist\u00f3rias, sendo considerado por muitos um \u00edcone americano. Ele \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o mais comum e ideal do que seria um garoto t\u00edpico com os valores t\u00edpicos dos Estados Unidos na \u00e9poca em que vivia.<\/p>\n<p><strong><em>\u2026 AND THE FALL<\/em><\/strong><br \/>\nO autor Bart Beaty cita em seu livro Twelve-Cent Archie que \u201co objetivo da Archie Comics n\u00e3o era produzir um n\u00famero enorme de hist\u00f3rias, mas dar aos leitores virtualmente o mesmo material com apenas as varia\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para faz\u00ea-los voltarem por mais.\u201d Por\u00e9m, como toda f\u00f3rmula, uma hora ela n\u00e3o funcionou mais. Somada a um envelhecimento do p\u00fablico original, falta de impacto na nova gera\u00e7\u00e3o e medo de danificar a marca do Archie, as revistas do garoto ruivo mais famoso da Am\u00e9rica s\u00f3 fizeram diminuir com as atitudes tomadas por Richard Goldwater e Michael Silberkleit, diretores da \u00e9poca e filhos dos donos originais. Isso acabou danificando as vendas e a empresa a cada nova atitude tomada para \u201cproteger a marca\u201d da Archie Comics. Quando Jon Goldwater, meio irm\u00e3o de Richard, tomou posse da empresa em 2008 mudan\u00e7as e moderniza\u00e7\u00f5es foram feitas nos quadrinhos e pr\u00f3pria marca.<\/p>\n<p><strong>UMA NOVA ERA<\/strong><br \/>\nCom Jon Goldwater pressionando na tecla da mudan\u00e7a e se esfor\u00e7ando para tornar Archie novamente relevante, riscos antes jamais sequer pensados foram tomados, como a distribui\u00e7\u00e3o dos quadrinhos online. A s\u00e9rie Life With Archie explorou temas mais maduros e inseriu o primeiro personagem gay da s\u00e9rie, Kevin Keller, que teve um impacto t\u00e3o grande que fez a edi\u00e7\u00e3o de sua primeira apari\u00e7\u00e3o, Veronica #202, ganhar uma segunda leva de revistas. Algo sem precedentes para Archie nos tempos atuais. Com a moderniza\u00e7\u00e3o das hist\u00f3rias e seus temas, Archie Comics voltou a fazer sucesso com at\u00e9 mesmo suas tramas mais bizarras, como Archie meets Kiss, sendo sucesso de vendas. Mais ou menos na mesma \u00e9poca, o diretor de cria\u00e7\u00e3o, Roberto Aguirre-Sacasa, lan\u00e7ou a ideia de um apocalipse zumbi em Riverdale. Com a aprova\u00e7\u00e3o imediata de Goldwater, After Life With Archie chegou \u00e0s prateleiras em 2013, sendo n\u00e3o s\u00f3 um grande sucesso de p\u00fablico, mas tamb\u00e9m extremamente elogiada pelos cr\u00edticos. Em 2015, Archie Comics teve seu primeiro, e at\u00e9 o momento, \u00fanico reboot, com a inten\u00e7\u00e3o de dar aos personagens uma nova m\u00e3o de tinta, alterando at\u00e9 mesmo seus designs cl\u00e1ssicos, tudo com a ideia de mostrar que n\u00e3o s\u00f3 a empresa, mas as hist\u00f3rias estavam abra\u00e7ando a mudan\u00e7a, fazendo a marca da Archie Comics forte mais uma vez.<\/p>\n<p><strong>RIVERDALE<\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_441\" style=\"width: 250px\" class=\"wp-caption alignright\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-441\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-441\" src=\"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/archie3-240x300.jpg\" alt=\"P\u00f4ster da 3\u00aa temporada de Riverdale. Divulga\u00e7\u00e3o: CW\" width=\"240\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/archie3-240x300.jpg 240w, https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/archie3.jpg 360w\" sizes=\"(max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><p id=\"caption-attachment-441\" class=\"wp-caption-text\">P\u00f4ster da 3\u00aa temporada de Riverdale. Divulga\u00e7\u00e3o: CW<\/p><\/div>\n<p>Talvez o maior exemplo da nova for\u00e7a do Archie tenha sido a estreia da s\u00e9rie da CW, Riverdade, que, embora falha n\u00e3o s\u00f3 em narrativa. mas tamb\u00e9m em adapta\u00e7\u00e3o, n\u00e3o poderia ser mais prop\u00edcia para a \u00e9poca atual dos quadrinhos, que recentemente delimitaram o p\u00fablico jovem-adulto como audi\u00eancia. E mesmo com todas os seus problemas, Riverdale teve um papel extremamente importante em chamar uma nova parcela do p\u00fablico n\u00e3o-familiarizado com as hist\u00f3rias do Archie e introduzi-los no incr\u00edvel universo do menino ruivo mais conhecido dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CURIOSIDADES<\/strong><\/p>\n<p>A leitora Larissa Vasconcelos listou algumas curiosidades sobre o universo Archie Comics e o Killer Queens os transformou em v\u00eddeo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/SEASBjNJSyc\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Archie Comics \u00e9 uma das maiores e mais bem-sucedidas editoras na hist\u00f3ria dos quadrinhos.<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":687,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[22,18],"tags":[34,35,67,118,166],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/578"}],"collection":[{"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=578"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/578\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":938,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/578\/revisions\/938"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/wp-json\/wp\/v2\/media\/687"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=578"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=578"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/killerqueens\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=578"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}