{"id":81,"date":"2022-05-27T21:31:53","date_gmt":"2022-05-28T00:31:53","guid":{"rendered":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/?page_id=81"},"modified":"2022-06-03T17:39:21","modified_gmt":"2022-06-03T20:39:21","slug":"tik-tok-filtros-trends-insegurancas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/tik-tok-filtros-trends-insegurancas\/","title":{"rendered":"Tik Tok: Filtros, trends &#038; inseguran\u00e7as"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/ilustra2b.png&#8221; background_size=&#8221;custom&#8221; background_image_width=&#8221;42%&#8221; background_position=&#8221;top_right&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row column_structure=&#8221;3_5,2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_post_title meta=&#8221;off&#8221; featured_image=&#8221;off&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; title_font_size=&#8221;80px&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;][\/et_pb_post_title][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p>Sentimento de insufici\u00eancia, compara\u00e7\u00e3o, a vontade de ser outra pessoa, ter outro corpo, outra vida. Com o passar do tempo e o surgimento das redes sociais, esses sentimentos passaram a ser frequentes na vida dos usu\u00e1rios. Essas redes permitem que o indiv\u00edduo exponha sua vida e seu cotidiano de forma r\u00e1pida e intimista. Um <em>click<\/em> e todos os seguidores est\u00e3o sabendo o qu\u00ea voc\u00ea est\u00e1 fazendo, comendo, vestindo, concordando, falando. Esse processo do que pode ser chamado de \u201cmidiatiza\u00e7\u00e3o da vida\u201d tem provocado consequ\u00eancias mais profundas do que se imagina.\u00a0<\/p>\n<p>Desde a cria\u00e7\u00e3o de aplicativos como o Orkut, Facebook, Instagram e Snapchat, por exemplo, a comunica\u00e7\u00e3o tem se tornado cada vez mais democr\u00e1tica e, junto a ela, o poder de influ\u00eancia deixa de fazer parte apenas da grande m\u00eddia. Acima de tudo, os usu\u00e1rios aparentam estar cada vez mais ligados \u00e0 imagem; n\u00e3o \u00e9 de se espantar que os aplicativo mais baixados do \u00faltimo ano tenham sido justamente os que mais est\u00e3o ligados ao audiovisual, como o Tik Tok. Com mais de 2 bilh\u00f5es de downloads no mundo, o aplicativo \u00e9 o primeiro a concorrer com o grupo Facebook Inc. de acordo com o Sensor Tower, como mostra a mat\u00e9ria do <a href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/economia\/tecnologia\/entenda-por-que-algoritmo-do-tiktok-app-tao-viciante-25148566\">O Globo<\/a>. Como esperado, o maior n\u00famero de usu\u00e1rios pertence \u00e0 faixa et\u00e1ria adolescente entre 13 e 17 anos. Em um levantamento recente da Hype Auditor, esses usu\u00e1rios representavam 40, 7% das contas registradas no Brasil.\u00a0<\/p>\n<p>Esse <em>boom <\/em>foi registrado principalmente a partir de 2020, ano em que se decretou a pandemia da Covid 19 e pode ser explicado pela consequ\u00eancia da ociosidade na qual o brasileiro se viu obrigado a enfrentar no in\u00edcio deste cen\u00e1rio, como explica Gabriel Almeida, jornalista e <em>social media. <\/em>\u201cAs grandes marcas e artistas come\u00e7aram a produzir conte\u00fados mais interativos, a fim de preencher aquela lacuna que ficou em aberto. O Tik Tok, por exemplo, oferece v\u00eddeos f\u00e1ceis e curtos de fazer e consumir, de acordo com as prefer\u00eancias do usu\u00e1rio, tendo o algoritmo como uma estrat\u00e9gia desse consumo\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Infografico-Informativo-Desenhado-a-Mao-Rosa-e-Azul-2.png&#8221; title_text=&#8221;Infogr\u00e1fico Informativo Desenhado \u00e0 M\u00e3o Rosa e Azul (2)&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; width=&#8221;72%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221; custom_margin=&#8221;||70px|||&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; header_font_size=&#8221;60px&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<h1>Comportamento da Nova Gera\u00e7\u00e3o<\/h1>\n<p>Com o crescimento da rede, os milhares de influenciadores digitais inseriram seus conte\u00fados na plataforma, juntamente com os novos <em>influencers<\/em> que surgiram no <em>site<\/em>. Esses conte\u00fados, quando viralizam, s\u00e3o chamados de <em>trends<\/em>, termo que vem da palavra \u201ctend\u00eancia\u201d, no ingl\u00eas. Algumas <em>trends<\/em> famosas no aplicativo evidenciam o culto aos corpos magros, \u00e0 pele branca, aos cabelos lisos, ao nariz fino e arrebitado. S\u00e3o milh\u00f5es de likes e v\u00eddeos que circulam livremente na rede.[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Em-Branco-3-Paineis-Linear-Quadrinhos.png&#8221; title_text=&#8221;Em Branco 3 Pain\u00e9is Linear Quadrinhos&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]Na aba de coment\u00e1rios, al\u00e9m dos elogios, milhares de frases autodepreciativas. Cen\u00e1rio que espelha bem o poder que esses conte\u00fados t\u00eam em impactar esses usu\u00e1rios, podendo gerar gatilhos sobre a pr\u00f3pria imagem.\u00a0[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Em-Branco-6-Paineis-Grade-Quadrinhos-1.png&#8221; title_text=&#8221;Em Branco 6 Pain\u00e9is Grade Quadrinhos (1)&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]Esses comportamentos, em uma rede social na qual o <a href=\"https:\/\/etus.com.br\/blog\/tiktok-x-instagram-1-bilhao-de-usuarios-ativos\/#:~:text=No%20in%C3%ADcio%2C%2060%25%20dos%20usu%C3%A1rios,Idade%2018%2D24%3A%2042%25\">p\u00fablico jovem soma 69% do n\u00famero de usu\u00e1rios<\/a>, s\u00e3o preocupantes, j\u00e1 que\u00a0 nesse per\u00edodo, o corpo e a mente est\u00e3o em desenvolvimento. \u201cEles podem se sentir influenciados porque o grande desejo nessa fase \u00e9 a aceita\u00e7\u00e3o, o pertencimento em algum grupo, isso \u00e9 ainda mais evidente na adolesc\u00eancia\u201d, afirma a psic\u00f3loga Eliane Eli. \u201cComo nas redes sociais costuma ser publicado apenas o que \u00e9 lindo e impec\u00e1vel, isso pode levar \u00e0 compara\u00e7\u00e3o e \u00e0 insatisfa\u00e7\u00e3o geral ao tentar atingir padr\u00f5es inating\u00edveis\u201d, complementa a psic\u00f3loga.[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;1_3,1_3,1_3&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_3&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_testimonial author=&#8221;Alessandra Lacerda, 23 anos&#8221; job_title=&#8221;Estudante&#8221; portrait_url=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/WhatsApp-Image-2022-06-02-at-11.20.39.jpeg&#8221; portrait_width=&#8221;170px&#8221; portrait_height=&#8221;170px&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; author_font=&#8221;Reman|700|||||||&#8221; author_font_size=&#8221;32px&#8221; text_orientation=&#8221;center&#8221; custom_css_testimonial_author=&#8221;margin-top:0px;&#8221; border_color_all=&#8221;#8300E9&#8243; border_color_all_portrait=&#8221;#a74a9c&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEu sempre me comparo \u00e0s meninas dos v\u00eddeos, vendo as cinturas finas, as pernas malhadas, os cabelos sedosos e achando defeitos em mim.\u201d<\/span><\/p>\n<p>[\/et_pb_testimonial][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_3&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_testimonial author=&#8221;Larissa Guimar\u00e3es, 22 anos&#8221; job_title=&#8221;Estudante&#8221; portrait_url=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/WhatsApp-Image-2022-05-24-at-18.02.23.jpeg&#8221; portrait_width=&#8221;170px&#8221; portrait_height=&#8221;170px&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; author_font=&#8221;Reman|700|||||||&#8221; author_font_size=&#8221;32px&#8221; text_orientation=&#8221;center&#8221; custom_css_testimonial_author=&#8221;margin-top:0px;&#8221; border_color_all_portrait=&#8221;#a74a9c&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cAlguns conte\u00fados geram sim gatilhos em mim, e \u00e9 dif\u00edcil porque estou constantemente pensando na minha imagem e no meu corpo.\u201d .\u00a0<\/span><\/p>\n<p>[\/et_pb_testimonial][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_3&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;3_5,2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]Outro fen\u00f4meno respons\u00e1vel pelo sucesso do aplicativo do Tik Tok \u00e9 a vasta quantidade de <a href=\"https:\/\/theintercept.com\/2022\/04\/19\/filtros-selfie-cirurgias-plasticas-jovens\/\">filtros<\/a> que possibilitam mudan\u00e7as desde mudar a cor de pele, at\u00e9 afinar o nariz. Esses recursos deixam os rostos completamente sim\u00e9tricos, \u201cperfeitos\u201d, dificilmente \u00e9 poss\u00edvel ver v\u00eddeos que sejam gravados sem algum desses efeitos.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 muito comum que esses adolescentes e jovens adultos desenvolvam dist\u00farbio de autoimagem, que persigam padr\u00f5es inating\u00edveis e tragam dificuldade de aceita\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio corpo, impactos negativos sobre a autoestima e que leve a pensamentos perigosos \u00e0 sa\u00fade mental\u201d, ressalta a psic\u00f3loga Eliane Eli. Felizmente, \u00e9 poss\u00edvel notar uma onda que vai contra esse movimento e que valoriza a imagem real desses usu\u00e1rios. A influenciadora Marielli Mallmann (<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/marielimallmann\/\">@marielimallmann<\/a>) publicou recentemente um v\u00eddeo na plataforma, mostrando uma evolu\u00e7\u00e3o de seus dias sem utilizar filtros em redes sociais. Confira:[\/et_pb_text][et_pb_video src=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/SnapInsta_10000000_171951421884053_6324516336604034011_n.mp4&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; width=&#8221;50%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221; custom_margin=&#8221;|408px||||&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_video][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; width=&#8221;100%&#8221; custom_padding=&#8221;|||9px||&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]Ainda existe uma longa caminhada para diminuir os impactos deixados pelos padr\u00f5es de beleza implantados na sociedade, que s\u00e3o refor\u00e7ados nas redes sociais. No entanto, iniciativas como a do v\u00eddeo acima, mostram outras possibilidades. Existem pessoas que buscam provocar a reflex\u00e3o e mudar a realidade na qual estamos inseridos, sem manipular a mensagem e a imagem que querem passar, valorizando o qu\u00ea de fato \u00e9 real. Cada grande movimento come\u00e7a com um passo, e, s\u00f3 ent\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel reconhecer o &#8220;eu&#8221; real que habita em cada um, desmitificando a constru\u00e7\u00e3o padronizada que esses meios implantam em nossas mentes. Sem medo e sem filtro.[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sentimento de insufici\u00eancia, compara\u00e7\u00e3o, a vontade de ser outra pessoa, ter outro corpo, outra vida. Com o passar do tempo e o surgimento das redes sociais, esses sentimentos passaram a ser frequentes na vida dos usu\u00e1rios. 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