{"id":78,"date":"2022-05-27T21:31:28","date_gmt":"2022-05-28T00:31:28","guid":{"rendered":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/?page_id=78"},"modified":"2022-06-03T17:38:12","modified_gmt":"2022-06-03T20:38:12","slug":"corpo-midia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/corpo-midia\/","title":{"rendered":"Corpo &#038; M\u00eddia"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/ilustra1.png&#8221; background_size=&#8221;initial&#8221; background_position=&#8221;top_right&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row column_structure=&#8221;3_5,2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_post_title meta=&#8221;off&#8221; featured_image=&#8221;off&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; title_font_size=&#8221;80px&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;][\/et_pb_post_title][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Design-sem-nome-1.png&#8221; title_text=&#8221;Design sem nome (1)&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p>Essas s\u00e3o algumas das mat\u00e9rias publicadas ao longo dos \u00faltimos anos sobre mulheres que perderam &#8211; ou quase &#8211; suas vidas em busca de um padr\u00e3o inalcan\u00e7\u00e1vel. Mulheres jovens que, ao se submeterem a automedica\u00e7\u00e3o e procedimentos est\u00e9ticos, tiveram a pior das consequ\u00eancias.<\/p>\n<p>A busca pelo corpo perfeito \u00e9 uma pauta recorrente, n\u00e3o surpreendentemente, uma vez que o Brasil est\u00e1 no top mundial de cirurgias pl\u00e1sticas no pa\u00eds, ultrapassando Estados Unidos e M\u00e9xico. Esses dados s\u00e3o da <a href=\"https:\/\/www.isaps.org\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/ISAPS-Global-Survey-2019-Press-Release-Portuguese.pdf\">Sociedade Internacional de Cirurgia Pl\u00e1stica Est\u00e9tica (ISAPS) e Sociedade Brasileira de Cirurgia Pl\u00e1stica (SBCP).<\/a> Uma das cirurgias mais procuradas \u00e9 a rinoplastia, principalmente em pacientes com 18 anos ou menos.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Dados-da-Sociedade-Internacional-de-Cirurgia-plastica-Estetica-4.png&#8221; title_text=&#8221;Dados da Sociedade Internacional de Cirurgia pl\u00e1stica Est\u00e9tica (4)&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]O \u201cpadr\u00e3o de beleza\u201d tem sido dif\u00edcil de se alcan\u00e7ar: magro, nariz afilado, cabelos lisos, pele brilhante e sem marcas. Estrias? Jamais! Celulite, ent\u00e3o, nem se fala.<\/p>\n<p>A busca pela mudan\u00e7a e pelo \u201ccorpo perfeito\u201d vem da heran\u00e7a do sistema industrial e capitalista, fortemente presente no in\u00edcio do s\u00e9culo XX em todo o mundo, at\u00e9 os dias atuais. Seja no cinema, nas revistas, nas novelas ou nas propagandas de marcas, a representa\u00e7\u00e3o do belo quase sempre vem de maneira esperada, com caracter\u00edsticas europeias. E \u00e9 gra\u00e7as \u00e0 influ\u00eancia desses meios, que milh\u00f5es de pessoas passam uma vida procurando se encaixar em algo inexistente e mut\u00e1vel. &#8220;A m\u00eddia refor\u00e7a padr\u00f5es. Ela usa um fen\u00f4meno como o da beleza eurocentrada, por exemplo, socialmente j\u00e1 tratado, e ela d\u00e1 for\u00e7a a isso&#8221;, explica Soraya Barreto, Mestre em direitos humanos na UFPE.<\/p>\n<p>&#8220;A sociedade de consumo, a revolu\u00e7\u00e3o industrial e as pr\u00e1ticas capitalistas e neoliberais v\u00e3o fermentar diversas ind\u00fastrias como a da beleza, tudo \u00e9 criado ao redor disso&#8221;, refor\u00e7a Soraya.\u00a0 De acordo com Naomi Wolf, em \u201cO Mito da Beleza\u201d, esse mercado surgiu, principalmente, como uma forma de tentar impedir que a figura feminina progredisse. \u201c\u00c0 medida que as mulheres iam exigindo acesso ao poder, essa estrutura recorreu ao Mito da Beleza para prejudicar de modo substancial o progresso das mulheres,\u201d garante.[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_color=&#8221;#cccccc&#8221; custom_padding=&#8221;0px||0px||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; width=&#8221;100%&#8221; max_width=&#8221;2560px&#8221; custom_padding=&#8221;0px||0px||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_code _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<iframe src='https:\/\/cdn.knightlab.com\/libs\/timeline3\/latest\/embed\/index.html?source=1X0iGhiNGRl1HS8Gn6D9ls5rn7-KF0f5yDuCTKxATvVA&#038;font=Default&#038;lang=pt-br&#038;initial_zoom=2&#038;height=650' width='100%' height='650' webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen frameborder='0'><\/iframe>[\/et_pb_code][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_color=&#8221;#ededed&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row column_structure=&#8221;3_5,2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_padding=&#8221;||26px|||&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; header_font_size=&#8221;60px&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<h1>E quem lucra com isso?<\/h1>\n<p>Nesse cen\u00e1rio, duas ind\u00fastrias bem sucedidas com essa estrat\u00e9gia foram a cinematogr\u00e1fica e a da moda, que trouxeram ao longo das d\u00e9cadas novos conceitos e tem\u00e1ticas. No meio fashion, por exemplo, surgiram durante as d\u00e9cadas de 1860 e 1870 as revistas femininas, aperfei\u00e7oando a produ\u00e7\u00e3o em massa de imagens de beleza dirigida \u00e0s mulheres. Isso resultou em grandes investimentos de capital, iniciando o que Naomi Wolf chama de &#8220;democratiza\u00e7\u00e3o da beleza\u201d.<\/p>\n<p>Muito antes disso, no final da Idade M\u00e9dia e in\u00edcio da Idade Moderna, o sistema de moda j\u00e1 tinha uma conota\u00e7\u00e3o parecida com o que se conhece hoje, inclusive, sobre a influ\u00eancia que a burguesia exercia na \u00e9poca, ditando os costumes e padr\u00f5es de beleza. \u201cExistiam figuras dessa patente que ditavam esses comportamentos como, por exemplo, a Maria Antonieta, que come\u00e7ou esse movimento de influ\u00eancia sobre a corte. Ent\u00e3o, isso acontece muito antes da ascens\u00e3o da cultura de massa, vem de algo muito anterior a isso\u201d, ressalta o professor e doutor em Design, Dario Brito.<\/p>\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.vogue.pt\/vogue-historia-primeiras-vezes\">Vogue<\/a>, por exemplo, foi uma revista que exerceu um dos principais pap\u00e9is no meio da moda e no mercado da beleza, impulsionando novas tend\u00eancias. No entanto, por anos, o retrato das capas de uma das maiores publica\u00e7\u00f5es <em>fashion<\/em> do mundo era padronizado.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s mais de 100 anos em circula\u00e7\u00e3o, a edi\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica da Vogue surgiu, em 1966, com seu primeiro passo na inclusividade, estrelando na capa uma modelo afro-americana, Donyale Luna. Ao longo dos anos, as edi\u00e7\u00f5es dessa e de outras revistas foram se modernizando, implementando novos ideais, mostrando novos rostos, uma vez que n\u00e3o havia mais espa\u00e7o para a \u201cmesmice&#8221; no mundo moderno.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/vogue2.jpg&#8221; title_text=&#8221;vogue2&#8243; show_bottom_space=&#8221;off&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; width=&#8221;70%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_font_size=&#8221;12px&#8221; width=&#8221;70%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]Primeira capa da Vogue em 1892, \u00a9Vogue Archive; Cond\u00e9 Nast Archive[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p>Nesse mesmo aspecto, a ind\u00fastria do cinema n\u00e3o se consolidou de maneira diferente. \u00c9 poss\u00edvel perceber isso principalmente nos anos 50, com a ascens\u00e3o do conceito <em>American Way Of Life<\/em>, consolidado ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial com os Estados Unidos em sua plena potencialidade. Nessa \u00e9poca, tanto o padr\u00e3o de beleza quanto o de vida foram implementados em todos os cen\u00e1rios poss\u00edveis, inclusive na m\u00eddia, na qual a for\u00e7a do pa\u00eds estaria representada.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/vogue.jpg&#8221; title_text=&#8221;vogue&#8221; show_bottom_space=&#8221;off&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_font_size=&#8221;12px&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]Primeira capa da Vogue em 1892, \u00a9Vogue Archive; Cond\u00e9 Nast Archive[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;3_5,2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_margin=&#8221;-5px|auto||auto||&#8221; custom_padding=&#8221;0px|||||&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p>Durante esse processo, a figura feminina foi uma das mais impactadas, como o surgimento da <em>femme fatale<\/em>, dando holofote \u00e0s grandes estrelas como Marilyn Monroe, com seu corpo \u201cviol\u00e3o\u201d, desejado pelas mulheres e cortejado pelos homens. Atualmente, essas duas ind\u00fastrias &#8211; cinematogr\u00e1fica e da moda &#8211; seguem se renovando em diversos aspectos, sem deixar de influenciar o p\u00fablico com seus novos movimentos.\u00a0<\/p>\n<p>Essa heran\u00e7a do culto ao corpo mais curvil\u00edneo, por exemplo, veio de um poder de domina\u00e7\u00e3o e de um grupo social da \u00e9poca, que determinou quest\u00f5es est\u00e9ticas e corp\u00f3reas \u00e0 sua imagem e semelhan\u00e7a, como os europeus, determinando um padr\u00e3o de beleza diretamente ligado aos tra\u00e7os dessa classe. &#8220;Na \u00e9poca da Marilyn Monroe, mulheres que vestiam 40 ou 42 eram o padr\u00e3o de beleza, porque, nessa \u00e9poca, os mais pobres eram magros, e os mais ricos tinham corpos mais rechonchudos. A magreza come\u00e7a a virar o &#8220;ideal&#8221;, quando a sociedade p\u00f3s revolu\u00e7\u00e3o industrial percebe que quem pode escolher o qu\u00ea comer, tem o corpo esbelto, mudando esse padr\u00e3o&#8221;, analisa Soraya Barreto.\u00a0<\/p>\n<p>A partir disso, a ind\u00fastria cinematogr\u00e1fica passou a utilizar desse fen\u00f4meno como um catalisador para o sucesso do cinema norte-americano.<\/p>\n<p>\u201cO sistema de estrelas de Hollywood sempre apelou para elementos como beleza f\u00edsica e sensualidade. Porque, de certa forma, essa erotiza\u00e7\u00e3o cativava e seduzia o p\u00fablico. Quando os est\u00fadios perceberam essa pot\u00eancia conquistada atrav\u00e9s da imagem, isso foi usado \u00e0 exaust\u00e3o tanto pelo cinema americano quanto por outras cinematografias\u201d, afirma o cineasta e professor, Alexandre Figueir\u00f4a.<\/p>\n<p>No v\u00eddeo abaixo, voc\u00ea pode entender mais sobre essas duas vertentes &#8211; cinema e ind\u00fastria da moda &#8211; e como elas impactaram na maneira que a sociedade projeta o padr\u00e3o de beleza at\u00e9 nos dias de hoje.\u00a0<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_video src=&#8221;https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=ox9V9HykQE0&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_video][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/marilyn.jpg&#8221; title_text=&#8221;marilyn&#8221; show_bottom_space=&#8221;off&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_font_size=&#8221;12px&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]O lend\u00e1rio vestido de Marilyn Monroe. Matty Zimmerman\/AP[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_enable_color=&#8221;off&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row column_structure=&#8221;3_5,2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_padding=&#8221;||||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; header_font_size=&#8221;60px&#8221;]<\/p>\n<h1>Idealiza\u00e7\u00e3o do padr\u00e3o<br \/>de beleza: quando come\u00e7a?<\/h1>\n<p>\u00a0<br \/>\u00c9 dif\u00edcil saber exatamente quando n\u00f3s mulheres passamos a nos cobrar tanto em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 beleza. Somos ensinadas a sermos delicadas, a nos depilarmos frequentemente,\u00a0 a arrumar o cabelo, a nos maquiar, a agradar a figura masculina. Quem nunca ouviu a frase \u201csenta que nem mo\u00e7a\u201d atire a primeira pedra. S\u00e3o esses pequenos costumes, implantados desde cedo, construindo a mulher do s\u00e9culo, que al\u00e9m de se desdobrar no seu ambiente de trabalho, e at\u00e9 no dom\u00e9stico, ainda precisa arranjar tempo para cuidar de si de uma forma nem t\u00e3o saud\u00e1vel. Como na realiza\u00e7\u00e3o de procedimentos est\u00e9ticos invasivos, citados anteriormente.<\/p>\n<p>A idealiza\u00e7\u00e3o da beleza pode ser considerada uma doen\u00e7a social, uma farsa, potencializada pela m\u00eddia e agora, mais do que nunca, pelas redes sociais. Esses espa\u00e7os, al\u00e9m de tudo, tornam-se frustrantes quanto \u00e0\u00a0 representatividade. &#8220;As ind\u00fastrias lucram com essa tem\u00e1tica, como a do empoderamento feminino, por exemplo. Ent\u00e3o, o sistema capitalista cria novas necessidades para lucrar com isso, sendo interessante para esses grupos pensarem em outros corpos, em outras belezas&#8221;, afirma Soraya Barreto.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o que se chama de midiatiza\u00e7\u00e3o da vida parece acelerar esse processo de idealiza\u00e7\u00e3o, com o surgimento de tecnologias e de fen\u00f4menos como os influenciadores digitais, que exercem um impacto gigantesco sobre o p\u00fablico. Esse impacto reflete na maneira de se portar, vestir, comer, etc moldando uma gera\u00e7\u00e3o e seus costumes.<\/p>\n<p>Nesse cen\u00e1rio, o p\u00fablico n\u00e3o est\u00e1 protegido de uma s\u00e9rie de gatilhos que podem ser disparados, principalmente quanto \u00e0s quest\u00f5es de imagem corporal, visto que a m\u00eddia, em geral, tenta vender estere\u00f3tipos por meio desses meios. A inseguran\u00e7a vem vinculada ao sentimento de insatisfa\u00e7\u00e3o e insufici\u00eancia. De crian\u00e7as a mulheres adultas, a inseguran\u00e7a atinge qualquer idade, seja por situa\u00e7\u00f5es vivenciadas durante a inf\u00e2ncia ou adolesc\u00eancia, ou at\u00e9 no ambiente de trabalho e familiar.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;1_3,1_3,1_3&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_padding=&#8221;||0px|||&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_3&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_enable_color=&#8221;off&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_testimonial author=&#8221;Aline Lins, 20 anos&#8221; portrait_url=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/273805599_496087358557968_1756320239516947376_n.jpg&#8221; portrait_width=&#8221;170px&#8221; portrait_height=&#8221;170px&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; author_font=&#8221;Reman|700|||||||&#8221; author_font_size=&#8221;36px&#8221; text_orientation=&#8221;center&#8221; custom_css_testimonial_author=&#8221;margin-top:0px;&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u201cMinhas coxas e meu quadril ainda me incomodam bastante, por meu trabalho demandar sempre v\u00e1rios padr\u00f5es de beleza, eu me cobro para estar o mais \u201cdentro\u201d das medidas e com o corpo mais pr\u00f3ximo do perfeito\u201d.<\/p>\n<p>[\/et_pb_testimonial][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_3&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_enable_color=&#8221;off&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_testimonial author=&#8221;Rafaella Nascimento, 21 anos&#8221; portrait_url=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/WhatsApp-Image-2022-05-24-at-17.20.27.jpeg&#8221; portrait_width=&#8221;170px&#8221; portrait_height=&#8221;170px&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; author_font=&#8221;Reman|700|||||||&#8221; author_font_size=&#8221;35px&#8221; text_orientation=&#8221;center&#8221; custom_css_testimonial_author=&#8221;margin-top:0px;&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p>\u201cMuitos problemas que eu tenho com meu corpo vieram da minha adolesc\u00eancia. Eu via as mulheres na m\u00eddia com peito grande, bunda grande, cintura fina. Enquanto isso, eu com meu cabelo cacheado, achava meu nariz grande. E at\u00e9 hoje eu penso que eu lido com essa inseguran\u00e7a da mesma forma que eu lidava quando tinha 15 anos\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEu gostaria de ter mais peito, sempre fui uma pessoa muito desproporcional. Tamb\u00e9m n\u00e3o consigo aceitar meus pelos no corpo, ent\u00e3o hoje em dia fa\u00e7o depila\u00e7\u00e3o a laser\u201d.<\/p>\n<p>[\/et_pb_testimonial][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; min_height=&#8221;33.8px&#8221; custom_margin=&#8221;-41px|||||&#8221; custom_padding=&#8221;0px||0px|||&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_3&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_enable_color=&#8221;off&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_testimonial author=&#8221;Lara Felix, 23 anos&#8221; portrait_url=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Foto-de-Lara.jpg&#8221; portrait_width=&#8221;170px&#8221; portrait_height=&#8221;170px&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; author_font=&#8221;Reman|700|||||||&#8221; author_font_size=&#8221;36px&#8221; text_orientation=&#8221;center&#8221; custom_css_testimonial_author=&#8221;margin-top:0px;&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p>\u201cAcho que meu maior medo \u00e9 n\u00e3o pertencer. Lido com a inseguran\u00e7a desde muito nova, n\u00e3o lembro de um momento que eu n\u00e3o tenha sido insegura\u201d<\/p>\n<p>\u201cComecei a dar progressiva desde muito nova porque n\u00e3o gostava do meu cabelo cheio e cacheado. Tive duas quedas capilares gra\u00e7as a isso\u201d.<\/p>\n<p>[\/et_pb_testimonial][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;3_5,2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_padding=&#8221;24px||0px|||&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]Esses s\u00e3o alguns dos desabafos de meninas que cresceram em meio \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o midi\u00e1tica, principalmente por terem nascido no final para o in\u00edcio dos anos 2000, quando o padr\u00e3o nas passarelas e nas telas se dava predominantemente por meninas de apar\u00eancia \u201cdelicada\u201d, olhos amendoados, magras, brancas e de cabelo liso como j\u00e1 conhecido. Como esquecer a cena da transforma\u00e7\u00e3o da Mia, no filme O Di\u00e1rio da Princesa (2001). A jovem de cabelos encaracolados e &#8220;rebeldes&#8221; e que usava \u00f3culos, passa por uma mudan\u00e7a radical, na qual seus cabelos s\u00e3o alisados e seus \u00f3culos s\u00e3o retirados, a fim de se encaixar no padr\u00e3o da realeza, ap\u00f3s ter descoberto ser neta da rainha do pa\u00eds em que vive.<\/p>\n<p>Uma cena marcante para diversas jovens que dariam tudo para se parecer com uma princesa. Essa princesa, gra\u00e7as \u00e0 apar\u00eancia \u201cangelical\u201d, provavelmente n\u00e3o sofre com coment\u00e1rios sobre o cabelo que possui, pelo \u00f3culo que usa, pelo aparelho odontol\u00f3gico, pelas espinhas e por qualquer outra caracter\u00edstica de um ser humano normal e real.\u00a0[\/et_pb_text][et_pb_video src=&#8221;https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=nUjlBP5gUrQ&#8221; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_margin=&#8221;||5px||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_video][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_font_size=&#8221;12px&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p>Cena de transforma\u00e7\u00e3o da princesa Mia em <em>O Di\u00e1rio da Princesa<\/em> (2001)<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]\u201cA imagem \u00e9 uma coisa muito valorizada na nossa sociedade, essa press\u00e3o de compara\u00e7\u00e3o \u00e9 uma forma de funcionamento que a gente tem. Esses padr\u00f5es s\u00e3o estabelecidos por quem quer vender, \u00e9 uma grande ind\u00fastria que est\u00e1 por tr\u00e1s que incentiva o consumo. Ent\u00e3o essas constru\u00e7\u00f5es do que \u00e9 aceito ou n\u00e3o s\u00e3o perpetuadas por isso\u201d. Afirma a psic\u00f3loga Eliane Eli.[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_color=&#8221;#efefef&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row column_structure=&#8221;3_5,2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_padding=&#8221;||||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; header_font_size=&#8221;60px&#8221;]<\/p>\n<h1>Mudan\u00e7as?<\/h1>\n<p>&nbsp;<br \/>\n\u00c9 certo que, com o tempo, a sociedade foi construindo novos discursos. O movimento <em>Body Positive<\/em> foi um dos frutos dessa pequena mudan\u00e7a. Nascido nos anos 60, o lema do movimento era o \u201cmeu corpo minhas regras\u201d, ainda utilizado na atualidade. O objetivo foi tentar mudar a forma com que a sociedade enxerga o modelo ideal do corpo, principalmente quando referente ao feminino. Seja o nariz, as cicatrizes, as defici\u00eancias ou o tom da pele, o movimento ensina a ver beleza em cada caracter\u00edstica f\u00edsica, justamente por sermos seres \u00fanicos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de tentar fazer as pessoas entenderem que o diferente &#8211; e fora do padr\u00e3o &#8211; n\u00e3o \u00e9 motivo para excluir o indiv\u00edduo de qualquer meio, nem o privar de elogios.\u00a0O processo de autoaceita\u00e7\u00e3o leva tempo e requer aten\u00e7\u00e3o e cuidado. No link abaixo, voc\u00ea confere um quadro interativo com alguns perfis de redes sociais que abordam o tema e s\u00e3o adeptos ao movimento <em>Body Positive<\/em>.[\/et_pb_text][et_pb_code _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<iframe loading=\"lazy\" width=\"749\" height=\"540\" data-original-width=\"749\" data-original-height=\"540\" src=\"https:\/\/www.thinglink.com\/card\/1585725101268008963\" type=\"text\/html\" frameborder=\"0\" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen scrolling=\"no\"><\/iframe><script async src=\"\/\/cdn.thinglink.me\/jse\/responsive.js\"><\/script>[\/et_pb_code][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.17.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Essas s\u00e3o algumas das mat\u00e9rias publicadas ao longo dos \u00faltimos anos sobre mulheres que perderam &#8211; ou quase &#8211; suas vidas em busca de um padr\u00e3o inalcan\u00e7\u00e1vel. Mulheres jovens que, ao se submeterem a automedica\u00e7\u00e3o e procedimentos est\u00e9ticos, tiveram a pior das consequ\u00eancias. A busca pelo corpo perfeito \u00e9 uma pauta recorrente, n\u00e3o surpreendentemente, uma [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_et_pb_use_builder":"on","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/78"}],"collection":[{"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=78"}],"version-history":[{"count":59,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/78\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":282,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/78\/revisions\/282"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/inseguranca-corporal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=78"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}