{"id":248,"date":"2021-11-27T22:23:16","date_gmt":"2021-11-28T01:23:16","guid":{"rendered":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/cineastaspernambucanas\/?post_type=project&#038;p=248"},"modified":"2021-11-28T00:32:12","modified_gmt":"2021-11-28T03:32:12","slug":"adelina-pontual","status":"publish","type":"project","link":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/cineastaspernambucanas\/project\/adelina-pontual\/","title":{"rendered":"Adelina Pontual"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/cineastaspernambucanas\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/adelina-topo.jpg&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221; title_text=&#8221;adelina-topo&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_margin=&#8221;5vh||5vh||true|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_post_title meta=&#8221;off&#8221; featured_image=&#8221;off&#8221; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; title_text_color=&#8221;gcid-777de84f-6515-4663-a7ca-94c94d9f8e9e&#8221; title_font_size=&#8221;24px&#8221; global_colors_info=&#8221;{%22gcid-777de84f-6515-4663-a7ca-94c94d9f8e9e%22:%91%22title_text_color%22%93}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][\/et_pb_post_title][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_font=&#8221;|700|||||||&#8221; text_font_size=&#8221;40px&#8221; text_line_height=&#8221;1em&#8221; header_font=&#8221;|700|||||||&#8221; background_layout=&#8221;dark&#8221; width=&#8221;70%&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]\u201cSINTO UM RESPEITO QUANDO  DIGO: SOU DE PERNAMBUCO, SOU REALIZADORA PERNAMBUCANA\u201d[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_row column_structure=&#8221;3_5,2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_column type=&#8221;3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<p><strong><em>J\u00e1 s\u00e3o em torno de 40 anos dentro do circuito do audiovisual, n\u00e9? Como o cinema surgiu na sua vida?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Adelina Pontual<\/strong> \u2013 Bom, foi na \u00e9poca da universidade, ainda nos anos 80. Entrei para estudar comunica\u00e7\u00e3o e a minha turma coincidiu de ter um monte de gente que se interessava por cinema e a\u00ed a gente acabou formando o grupo VanRetr\u00f4. \u00c9ramos jovens que queriam trabalhar com cinema, ent\u00e3o formamos esse grupo de dez pessoas e escrevemos roteiros para tentar produzir atrav\u00e9s de um concurso que tinha na Embrafilme, na \u00e9poca. E o pontap\u00e9 inicial foi quando Cl\u00e1udio Assis ganhou um desses concursos com o projeto dele. Henrique e ele, como amigo do grupo, convidaram a gente para fazer parte da equipe do filme e esse foi o nosso primeiro trabalho, nossa estreia, e da\u00ed foi seguindo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>O cinema pernambucano passou por v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es. Qual voc\u00ea considera a caracter\u00edstica mais marcante da sua fase?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Adelina Pontual<\/strong> \u2013 A gente n\u00e3o tinha muito essa coisa tem\u00e1tica n\u00e3o, depois que a gente come\u00e7ou a fazer mesmo, cada um fazia suas coisas, o que tinha em comum era essa amizade muito forte, um sempre ajudava e participava dos projetos do outro. E a caracter\u00edstica mais forte da gente \u00e9 que foi a gera\u00e7\u00e3o que abriu caminho, que retomou tudo, a respons\u00e1vel pela retomada do cinema pernambucano que estava parado h\u00e1 anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Voc\u00ea sentiu alguma dificuldade no in\u00edcio da sua carreira por ser mulher?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Adelina Pontual<\/strong> \u2013 Na verdade, n\u00e3o senti, n\u00e3o. No nosso grupo tinham mais mulheres do que homens e era um grupo que tinha muita amizade. Mesmo depois que terminou o curso, cada um seguiu seu caminho e fui estudar em Cuba, fiz o curso de cinema l\u00e1 e voltei com o diploma, ent\u00e3o isso tamb\u00e9m me dava uma chancela muito grande. Mas nunca senti n\u00e3o, por essa quest\u00e3o de g\u00eanero, mas era claro que era uma minoria que nem se fala, nos anos 90, de realizadora mulher, s\u00f3 t\u00ednhamos K\u00e1tia Mesel e eu, em Pernambuco e no Brasil voc\u00ea contava nos dedos. O cinema realmente \u00e9 uma \u00e1rea onde h\u00e1 uma predomin\u00e2ncia masculina muito grande at\u00e9 hoje, a maioria dos diretores conhecidos e aclamados s\u00e3o homens.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Trabalhar com audiovisual n\u00e3o \u00e9 tarefa f\u00e1cil, mas, para voc\u00ea, qual \u00e9 o principal desafio da profiss\u00e3o?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Adelina Pontual<\/strong> \u2013 Hoje em dia realmente \u00e9 dinheiro, \u00e9 conseguir capta\u00e7\u00e3o para os projetos. Nesse per\u00edodo que a gente est\u00e1 agora, um per\u00edodo de trevas desde que esse governo assumiu, desmontou tudo, tudo que a gente tinha da Ancine, muitos editais parados. Porque tem uma coisa: o povo acha que a gente vive de dinheiro p\u00fablico e n\u00e3o \u00e9 bem assim, o dinheiro que vai para o fundo setorial, que vai para os editais, \u00e9 o dinheiro dos impostos das grandes empresas estrangeiras que vem exibir filmes no Brasil, \u00e9 cobrado esse imposto deles e esse dinheiro vai para o audiovisual brasileiro, nada mais justo, j\u00e1 que a gente est\u00e1 importando audiovisual estrangeiro, que esse dinheiro do imposto v\u00e1 para fomentar o audiovisual brasileiro. \u00c9 uma l\u00f3gica perfeita, em todo o pa\u00eds do mundo o cinema \u00e9 uma ind\u00fastria muito cara e em todos h\u00e1 incentivo p\u00fablico para o cinema, sempre h\u00e1 um fundo de investimento estatal para o cinema de alguma forma.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Em <\/em><\/strong><strong>Rio Doce\/CDU<em>, quem \u00e9 pernambucano e o assiste pode experimentar um sentimento forte de pertencimento, de ver Pernambuco representado de verdade no cinema. Essa era a ideia do filme?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Adelina Pontual<\/strong> \u2013 A ideia era falar das cidades [Recife e Olinda], mas fugindo de um recorte tur\u00edstico, fugindo de um recorte mais cart\u00e3o postal. Da\u00ed usei esse dispositivo do \u00f4nibus, o Rio Doce\/CDU e tamb\u00e9m essa coisa do contemplar da viagem, como um passageiro de um \u00f4nibus t\u00eam essa oportunidade de contemplar o caminho que ele faz. E ando muito de \u00f4nibus, n\u00e3o dirijo, sempre andei na minha vida e tinha isso de observar os lugares por onde passava sentada numa janela de um \u00f4nibus e at\u00e9 observar as transforma\u00e7\u00f5es que acontecem quando voc\u00ea pega uma linha muito tempo. Ent\u00e3o essa era a ideia, e falar desse Recife\/Olinda mais suburbano tamb\u00e9m, por onde o Rio Doce\/CDU passa, por v\u00e1rios bairros do sub\u00farbio que ningu\u00e9m fala, ningu\u00e9m vai filmar l\u00e1 nesses lugares, essa era a ideia, mostrar um pouco da cidade e das pessoas que vivem na cidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>\u00c9 poss\u00edvel ver que na sua carreira houveram estilos de filmes bem diferentes, como em <\/em><\/strong><strong>Rio Doce\/CDU <em>e em <\/em>O Pedido<em>, voc\u00ea tem um estilo espec\u00edfico que busca ou algo que garante a sua marca nos seus filmes?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Adelina Pontual<\/strong> \u2013 N\u00e3o, tenho uma coisa um pouco da contempla\u00e7\u00e3o, essa coisa mais contemplativa mesmo. Para mim, n\u00e3o me interessa fazer um filme com aquelas edi\u00e7\u00f5es, filmes de a\u00e7\u00e3o ou muitos cortes, n\u00e3o, o<em> Rio Doce\/CDU<\/em> e <em>O Pedido<\/em> s\u00e3o totalmente diferentes, mas eu acho que t\u00eam esse elo da contempla\u00e7\u00e3o. Em <em>O Pedido<\/em> trabalho muito com planos mais longos, porque o tempo tamb\u00e9m \u00e9 um personagem, tanto do tempo da vida da personagem, que est\u00e1 acabando, como o tempo daquele dia que tem um compromisso marcado e o tempo que est\u00e1 impregnado na casa, tudo isso. Ent\u00e3o, tem essa coisa da contempla\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m. No <em>Rio Doce\/CDU<\/em> \u00e9 um estilo diferente, \u00e9 um document\u00e1rio; mas, no fundo, tem esse ponto em comum.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Como voc\u00ea enxerga a afirma\u00e7\u00e3o feminina e os movimentos feministas que v\u00eam crescendo no cinema?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Adelina Pontual<\/strong> \u2013 Acho \u00f3timo, fant\u00e1stico, que as mulheres conquistem seus espa\u00e7os cada vez mais, n\u00e9? Tanto nessa \u00e1rea de realiza\u00e7\u00e3o, quanto nas \u00e1reas mais t\u00e9cnicas, acho realmente que tem que quebrar essa tradi\u00e7\u00e3o masculina, deixar as coisas mais parit\u00e1rias dentro do cinema. Por que s\u00f3 o olhar masculino predomina? O do macho branco predomina no audiovisual. N\u00e3o, a gente tem que abrir espa\u00e7o pra todos, inclusive para o cinema negro, para o cinema feminino, para o cinema trans e tantos outros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>O que lhe realiza como cineasta? Os pr\u00eamios importam para voc\u00eas? <\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Adelina Pontual<\/strong> \u2013 N\u00e3o tenho grandes pr\u00eamios n\u00e3o, mas \u00e9 uma quest\u00e3o at\u00e9 de realiza\u00e7\u00e3o pessoal e tenho total com eles [os filmes]. N\u00e3o \u00e9 minha meta ficar recebendo pr\u00eamio, acho que o filme vai se cumprir se ele chega no p\u00fablico a quem ele \u00e9 destinado, n\u00e3o necessariamente por pr\u00eamio. \u00c9 claro que o pr\u00eamio ajuda na carreira do filme, ele vai ser mais visto, vai conseguir entrar mais nos canais. Mas me interessa muito mais essa coisa de conseguir que os filmes passem nas TVs, porque aumenta o alcance do p\u00fablico. Uma coisa que fiquei muito feliz com <em>Rio Doce\/CDU<\/em> foi a ida para dois festivais na Argentina, um festival em Buenos Aires e um em Mar Del Plata. No fundo, achava que tinha esse recorte t\u00e3o regional e n\u00e3o ia interessar muito nos festivais, quando chego l\u00e1 teve debate, todo mundo falava, comentava o filme e diziam que toda cidade grande tem um <em>Rio Doce\/CDU<\/em>, por isso todo mundo se identifica. Quando voc\u00ea fala da sua prov\u00edncia voc\u00ea pode estar falando para o mundo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Como foi o processo de trabalhar em meio a uma pandemia?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Adelina Pontual<\/strong> \u2013 Comecei a dar aula, porque parou tudo, n\u00e3o tinha mais nada. Quando vieram os editais da Lei Aldir Blanc, a gente aprovou um projeto, eu e minha s\u00f3cia, no edital de pesquisa, mas a proposta era realmente fazer num audiovisual. E fizemos um curtinha, conseguimos fazer esse curta, bem simples, chamado <em>O Rio, um itiner\u00e1rio po\u00e9tico<\/em>, que \u00e9 inspirado no poema de Jo\u00e3o Cabral de Melo Neto. Um estilo que experimentei agora, que \u00e9 trabalhar com poesia no audiovisual, essa coisa mais po\u00e9tica, no sentido mais literal, de estar trabalhando em cima de uma poesia, ent\u00e3o foi uma experi\u00eancia legal e nova, dif\u00edcil o processo, mas acabei satisfeita.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Existiu, ao longo da sua carreira, alguma parte negativa em rela\u00e7\u00e3o a ser nordestina?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Adelina Pontual<\/strong> \u2013 Acho que l\u00e1 no come\u00e7o tinha muito isso, era estranho quando come\u00e7aram a aparecer filmes do Nordeste, mas acho que a gente tamb\u00e9m j\u00e1 chegou chegando. Agora, eu vejo que o cinema pernambucano j\u00e1 tem seu espa\u00e7o, e \u00e9 respeitado dentro do cinema brasileiro o que se faz aqui em Pernambuco. Se houve alguma discrimina\u00e7\u00e3o, acho que n\u00e3o existe mais, porque realmente a gente faz um cinema que \u00e9, inclusive, premiado no mundo \u00e1 fora, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 no Brasil. Ent\u00e3o, tem o espa\u00e7o, sinto um respeito quando digo: sou de Pernambuco, sou realizadora pernambucana.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Para voc\u00ea, qual \u00e9 a responsabilidade dos comunicadores com o cinema pernambucano?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Adelina Pontual<\/strong> \u2013 Como jornalista, escrever sobre os filmes e publicar nos mais variados ve\u00edculos \u00e9 uma maneira de chamar o p\u00fablico para que eles despertem interesse pelo audiovisual pernambucano. Quando voc\u00ea l\u00ea uma mat\u00e9ria sobre um filme, voc\u00ea querer v\u00ea-lo. Ent\u00e3o acho que o jornalista tem essa fun\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m a de criticar, quando achar que os filmes t\u00eam os pontos que merecem cr\u00edtica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>O que voc\u00ea acha que podemos esperar do cinema pernambucano nos pr\u00f3ximos anos?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Adelina Pontual<\/strong> \u2013 Espero que retome como estava antes dessa pandemia. O Estado tem que realmente, todo ano, fazer o edital do Funcultura, que \u00e9 uma conquista para as pessoas que trabalham com o audiovisual no Estado. A\u00ed a gente ainda tem essa v\u00e1lvula de escape atrav\u00e9s do Funcultura, para tentar fazer algo; na medida do poss\u00edvel, a gente n\u00e3o para. Acho que at\u00e9 com a Lei Aldir Blanc, muita gente pegou, mesmo com o endossamento dos editais sendo muito pequenininho, a gente se virou e fez curtas. Ent\u00e3o, espero que agora retome mesmo como estava antes, porque a gente tinha uma produ\u00e7\u00e3o muito forte e muito grande.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_color=&#8221;gcid-777de84f-6515-4663-a7ca-94c94d9f8e9e&#8221; global_colors_info=&#8221;{%22gcid-777de84f-6515-4663-a7ca-94c94d9f8e9e%22:%91%22background_color%22%93}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_font=&#8221;|600|||||||&#8221; text_text_color=&#8221;#FFFFFF&#8221; custom_margin=&#8221;30px|30px|40px|30px|false|true&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<p>Adelina Pontual \u00e9 do Recife, formada em Comunica\u00e7\u00e3o Social pela UFPE e em Cinema, com especializa\u00e7\u00e3o em Montagem pela Escuela Internacional de Cine y TV, em Cuba. \u00c9 diretora, roteirista e continu\u00edsta de produtos audiovisuais, como curtas, longas-metragens de fic\u00e7\u00e3o e document\u00e1rios. Nesta entrevista, concedida em setembro de 2021, de forma remota atrav\u00e9s da plataforma Google Meet, Adelina fala sobre o cen\u00e1rio do cinema pernambucano, seu in\u00edcio nesse universo, a afirma\u00e7\u00e3o feminina nesse espa\u00e7o e comenta algumas das suas obras.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/cineastaspernambucanas\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/adelina.jpg&#8221; title_text=&#8221;adelina&#8221; show_bottom_space=&#8221;off&#8221; align=&#8221;center&#8221; force_fullwidth=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_font_size=&#8221;12px&#8221; text_orientation=&#8221;right&#8221; background_layout=&#8221;dark&#8221; custom_padding=&#8221;|10px|||false|false&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<p>Foto: Ot\u00e1vio de Souza<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row use_custom_gutter=&#8221;on&#8221; gutter_width=&#8221;1&#8243; make_equal=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; width=&#8221;100%&#8221; max_width=&#8221;2560px&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_post_nav _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][\/et_pb_post_nav][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cSINTO UM RESPEITO QUANDO DIGO: SOU DE PERNAMBUCO, SOU REALIZADORA PERNAMBUCANA\u201dJ\u00e1 s\u00e3o em torno de 40 anos dentro do circuito do audiovisual, n\u00e9? 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