{"id":353,"date":"2021-11-28T00:43:58","date_gmt":"2021-11-28T03:43:58","guid":{"rendered":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/cineastaspernambucanas\/?page_id=353"},"modified":"2021-12-02T10:42:41","modified_gmt":"2021-12-02T13:42:41","slug":"equidade","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/cineastaspernambucanas\/equidade\/","title":{"rendered":"Equidade"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/cineastaspernambucanas\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/poraqui-topo.jpg&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_margin=&#8221;5vh||5vh||true|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_post_title meta=&#8221;off&#8221; featured_image=&#8221;off&#8221; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; title_text_color=&#8221;gcid-777de84f-6515-4663-a7ca-94c94d9f8e9e&#8221; title_font_size=&#8221;24px&#8221; global_colors_info=&#8221;{%22gcid-777de84f-6515-4663-a7ca-94c94d9f8e9e%22:%91%22title_text_color%22%93}&#8221;][\/et_pb_post_title][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_font=&#8221;|700|||||||&#8221; text_font_size=&#8221;40px&#8221; text_line_height=&#8221;1em&#8221; background_layout=&#8221;dark&#8221; width=&#8221;70%&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]CAD\u00ca O TREM DA EQUIDADE?[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row column_structure=&#8221;3_5,2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; custom_margin=&#8221;||60px||false|false&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243; custom_padding=&#8221;||60px||false|false&#8221;][et_pb_column type=&#8221;3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]\u00c9 ineg\u00e1vel a efervesc\u00eancia art\u00edstica existente em Pernambuco. Da m\u00fasica \u00e0s dan\u00e7as, festas e tradi\u00e7\u00f5es: o estado respira cultura. Hoje, ele \u00e9 visto como um importante polo cinematogr\u00e1fico e cultural, al\u00e9m de ter grande reconhecimento no cen\u00e1rio cinematogr\u00e1fico com filmes como <em>Aquarius <\/em>e <em>Bacurau<\/em>, de Kleber Mendon\u00e7a Filho. A vivacidade e a for\u00e7a do audiovisual pernambucano depende do trabalho de milhares de pessoas, de todas as idades, g\u00eaneros e cores. Apesar disso, as mulheres ainda se veem em situa\u00e7\u00f5es em que s\u00e3o menosprezadas e diminu\u00eddas dentro desse mercado.<\/p>\n<p>Em 2019 foram produzidos 166 filmes no pa\u00eds, entre eles, apenas 27 filmes foram dirigidos por mulheres, segundo dados do Observat\u00f3rio Brasileiro de Cinema e Audiovisual. O n\u00famero \u00e9 baixo, representa 16% dos filmes, mas \u00e9 um dos maiores j\u00e1 atingidos na hist\u00f3ria do cinema nacional. A jornalista cultural e cr\u00edtica de cinema Luciana Veras aponta que o cinema ainda \u00e9 uma arte masculina e que o ponto de virada de chave \u00e9 algo gradual, que vem acontecendo. \u201cSe voc\u00ea pegar os \u00faltimos cinco anos dos filmes, dos longas pernambucanos, voc\u00ea vai ver que a maioria dos projetos \u00e9 encabe\u00e7ado por homens\u201d, explicou.<\/p>\n<p>A figurinista Andrea Monteiro diz perceber que, apesar de estar diretamente ligada \u00e0 narrativa dos personagens, a fotografia na hierarquia do <em>set<\/em> \u00e9 mais importante, \u00e9 onde se investe mais. Al\u00e9m disso, sente que a equipe de figurino passa por muitas situa\u00e7\u00f5es desconfort\u00e1veis. \u201cA equipe \u00e9 formada de mulheres, ent\u00e3o os caras ficam muito em cima, existe esse ass\u00e9dio\u201d, contou. Andrea tamb\u00e9m comentou sobre esse desconforto ter faces diferentes, desde coment\u00e1rios e olhares at\u00e9 a diferen\u00e7a de sal\u00e1rios. \u201cA gente ainda ganha menos com rela\u00e7\u00e3o aos homens, \u00e9 como se n\u00f3s tiv\u00e9ssemos que ser sustentadas por um homem, o mercado de trabalho n\u00e3o enxerga que a gente \u00e9 chefe de fam\u00edlia\u201d, explicou.<\/p>\n<p>Assim como Andrea, a editora e montadora Natara Ney observa que, na sua \u00e1rea, precisa sempre provar que sabe o que est\u00e1 fazendo e impor o seu espa\u00e7o. \u201cTodo dia tem uma prova, diariamente se sofre, se n\u00e3o sou eu, uma irm\u00e3 sofre, principalmente se for um corpo negro. Se tiver uma produtora negra no <em>set<\/em>, as pessoas v\u00e3o pedir para ela trazer um caf\u00e9, antes de saber o que ela est\u00e1 fazendo ali\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Se engana quem pensa que o machismo do audiovisual se resume aos acontecimentos dentro do <em>set<\/em>. A jornalista cultural, Luciana Veras aponta que isso tamb\u00e9m se d\u00e1 na sua \u00e1rea. \u201cEm propor\u00e7\u00f5es distintas, isso tamb\u00e9m acontece na cr\u00edtica; hoje est\u00e1 mais diversa, mas sempre foi muito masculina e nessa ideia do patriarcado\u201d, comentou. Luciana tamb\u00e9m cita o coletivo Elviras, movimento que mulheres que criticam o cinema e passaram a debater e cavar seus espa\u00e7os dentro do mercado.\u201cA gente quer falar de diminuir a desigualdade e promover a equidade de g\u00eanero at\u00e9 numa paridade, a gente precisa, sim, pleitear mais espa\u00e7o\u201d, complementou.<\/p>\n<p>A cineasta Dea Ferraz concorda com a posi\u00e7\u00e3o da figurinista Andrea Monteiro, quando ela diz que \u201ca mulher tem que mostrar muito servi\u00e7o, tem que provar que a gente \u00e9 muito competente para chegar ali perto deles\u201d. Para Dea, a sociedade entende que a mulher deveria estar em casa com os filhos e que \u00e9 preciso batalhar muito para conseguir qualquer outro espa\u00e7o que n\u00e3o seja esse. \u201cSitua\u00e7\u00f5es em que voc\u00ea est\u00e1 numa reuni\u00e3o e n\u00e3o \u00e9 escutada ou voc\u00ea acaba de falar e os machos v\u00eam e explicam tudo que voc\u00ea acabou de dizer de outro jeito, de ter que pedir para o fot\u00f3grafo fazer um plano que voc\u00ea est\u00e1 dirigindo e o fot\u00f3grafo fazer o dele. S\u00e3o situa\u00e7\u00f5es que acho que homens n\u00e3o passam\u201d, lamenta.<\/p>\n<p>Dea tamb\u00e9m relembra de quando tr\u00eas realizadoras se juntaram para uma sess\u00e3o no cinema da Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco e deram o nome da mostra de <em>Cinema de Mulher<\/em>, fato que causou rebuli\u00e7o no Recife, questionamentos sobre o que \u00e9 o cinema de mulher, j\u00e1 que cinema \u00e9 algo universal. \u201cMas universal para quem? O que \u00e9 esse universal? Que sujeito universal \u00e9 esse? \u00c9 o sujeito homem, branco, h\u00e9tero, normativo. O cinema \u00e9 feito por esses caras, ent\u00e3o a gente n\u00e3o pode dizer que esse cinema \u00e9 universal\u201d, declarou.<\/p>\n<p>Uma prova da dificuldade em garantir o espa\u00e7o feminino e a dificuldade de conseguir financiamento em projetos est\u00e1 no fato de que o primeiro longa de fic\u00e7\u00e3o dirigido por uma mulher em Pernambuco s\u00f3 aconteceu no ano de 2013, menos de 10 anos atr\u00e1s, com <em>Amor, Pl\u00e1stico e Barulho<\/em>, de Renata Pinheiro.<\/p>\n<p>A cineasta Tuca Siqueira se viu, por quatro anos, num relacionamento que a diminu\u00eda. Ela conta que trabalhava e morava junto com um diretor com quem n\u00e3o tinha uma rela\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel e que acabou atrasando seus pr\u00f3prios processos de evolu\u00e7\u00e3o, para se tornar produtora dele. \u201cDos 30 aos 35 anos eu virei um trator, porque, como a gente trabalhava muito junto, existia um esfor\u00e7o meu de tentar desvincular o meu nome ao nome desse diretor e fortalecer o meu espa\u00e7o, que eu tinha aberto antes de namorar com ele\u201d, contou.[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; header_2_text_color=&#8221;gcid-777de84f-6515-4663-a7ca-94c94d9f8e9e&#8221; custom_margin=&#8221;60px||||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{%22gcid-777de84f-6515-4663-a7ca-94c94d9f8e9e%22:%91%22header_2_text_color%22%93}&#8221;]<\/p>\n<h2>FOR\u00c7A DO COLETIVO<\/h2>\n<p>&nbsp;<br \/>\nTuca tamb\u00e9m fala sobre a import\u00e2ncia dos movimentos sociais. \u201cA gente n\u00e3o tinha essa voz, essa voz \u00e9 muito coletiva, n\u00e9? Em um ambiente machista, que \u00e9 ocupado em sua maioria por homens. Sozinha a gente n\u00e3o \u00e9 ningu\u00e9m,a gente juntas \u00e9 mais forte para reagir e para conquistar\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>No Estado, movimentos como o Mulheres no Audiovisual PE t\u00eam a tarefa essencial de se articular para que hist\u00f3rias de abuso n\u00e3o se repitam, al\u00e9m de lutar para cavar espa\u00e7os para projetos de mulheres no mercado audiovisual local. \u201cAcho que, mantendo essa articula\u00e7\u00e3o, fazendo esse levante, fazendo essa rede, algo que seja cont\u00ednuo, constante e coletivo, que n\u00e3o seja pontual, ajuda a garantir esse espa\u00e7o\u201d, indicou Luciana Veras. Uma das integrantes do coletivo, a produtora Roberta Garcia argumenta que a ideia do MAPE \u00e9 a de unir as mulheres e de praticar a sororidade.<\/p>\n<p>H\u00e1 alguns anos, a atriz Dandara de Morais passou por uma situa\u00e7\u00e3o contra a qual as mulheres precisam muito se unir. O diretor de um filme no qual atuava queria que ela fizesse uma cena de nudez enquanto o ator ao seu lado n\u00e3o precisaria fazer o mesmo. \u201cSofri um ass\u00e9dio no <em>set<\/em> de filmagem, publiquei sobre isso no Facebook e a\u00ed minha vida acabou, todo mundo passou a desconfiar de mim, dizer que sou dif\u00edcil, rolar um boicote mesmo, sabe?\u201d, afirmou. Desde ent\u00e3o Dandara se sente desamparada e v\u00ea suas oportunidades profissionais reduzidas. \u201cAs pessoas come\u00e7aram a acreditar no que aquele cara estava falando de mim e, querendo ou n\u00e3o, a mulher quando fala, quando essa mulher preta n\u00e3o \u00e9 submissa, \u00e9 assim [<em>estala os dedos<\/em>] para eles tirarem voc\u00ea do jogo\u201d,\u00a0 defendeu.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da falta de oportunidades, Dandara diz que sofre com a falta de amparo e apoio, j\u00e1 que n\u00e3o v\u00ea ningu\u00e9m ao seu lado. \u201cSororidade para mim \u00e9 coisa de mulher branca, me decepcionei porque, no momento que precisei, me deixaram na m\u00e3o, n\u00e9? Deram para tr\u00e1s justamente porque se fossem falar verdades, iam tamb\u00e9m sofrer algum tipo de retalia\u00e7\u00e3o, n\u00e9?\u201d Dandara tamb\u00e9m conta que as dificuldades que se seguiram depois do epis\u00f3dio fazem com ela pense em desistir do audiovisual todos os dias.<\/p>\n<p>A produtora, s\u00f3cia da Rec Produtores, Nara Arag\u00e3o contou que faz um esfor\u00e7o para sempre colocar mulheres nos projetos que chegam em suas m\u00e3os, mas nem sempre encontra profissionais capacitadas. &#8220;\u00c9 extremamente importante que tenha uma mulher acompanhando o processo criativo, mas \u00e0s vezes a gente nem encontra mulheres preparadas para assumir determinada fun\u00e7\u00e3o, digo preparadas no sentido de ter uma forma\u00e7\u00e3o, uma experi\u00eancia, uma prepara\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica\u201d, exemplificou. Por isso, explica ela, \u00e9 preciso dar oportunidades para que as mulheres estejam cada vez mais preparadas para assumir esses pap\u00e9is. Essa tamb\u00e9m \u00e9 a opini\u00e3o da editora e montadora Natara Ney. \u201cA gente precisa investir em forma\u00e7\u00e3o, em formar equipes, no Brasil, j\u00e1 podia ter escolas de cinema t\u00e9cnicas e de cursos como tem em Cuba, sabe?\u201d, observou.[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; header_2_text_color=&#8221;gcid-777de84f-6515-4663-a7ca-94c94d9f8e9e&#8221; custom_margin=&#8221;60px||||false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{%22gcid-777de84f-6515-4663-a7ca-94c94d9f8e9e%22:%91%22header_2_text_color%22%93}&#8221;]<\/p>\n<h2>A IND\u00daSTRIA<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A ind\u00fastria do audiovisual movimenta milh\u00f5es de reais todos os anos no Brasil e mesmo assim est\u00e1 sofrendo com a falta de investimento. O dinheiro destinado a editais de audiovisual nacional adv\u00e9m do imposto de importa\u00e7\u00e3o de filmes estrangeiros e n\u00e3o disputa or\u00e7amento com sa\u00fade ou educa\u00e7\u00e3o, por exemplo. Al\u00e9m disso, falta espa\u00e7o para a dissemina\u00e7\u00e3o desses filmes, como explica a cineasta Tuca Siqueira: \u201cO <em>Amores de Chumbo<\/em>, m\u00eas que vem vai passar na Globo, dentro de uma janela de cinema pernambucano. Massa, muito massa, s\u00f3 que ele \u00e9 exibido depois do Supercine. Ent\u00e3o existe uma audi\u00eancia, mas dif\u00edcil, entendeu?\u201d.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um pouco do que tem no texto da <em>Manifesta<\/em>, escrita l\u00e1 em Bras\u00edlia em 2019:\u00a0 \u201cNada ser\u00e1 feito sobre n\u00f3s, sem n\u00f3s\u201d. Foram muitas que constru\u00edram para que a gente chegasse aqui, desculpa a express\u00e3o, muita mulher se fodeu, muita mulher foi assediada, muita mulher foi estuprada, para hoje voc\u00ea poder ter essa discuss\u00e3o\u201d, critica Luciana Veras.<\/p>\n<p>Considerando todas as mulheres citadas nesta mat\u00e9ria e tantas outras pernambucanas que est\u00e3o desbravando o mercado do audiovisual, somam-se dezenas de pr\u00eamios nacionais e internacionais. Assim, fica claro o potencial dos filmes produzidos por essas cineastas, resta o questionamento do porqu\u00ea de essas produ\u00e7\u00f5es n\u00e3o chegarem at\u00e9 as salas de Cinema. O trem da equidade est\u00e1 bem atrasado, mas seguimos esperando ele chegar na esta\u00e7\u00e3o.[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;2_5&#8243; disabled_on=&#8221;off|off|off&#8221; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_enable_color=&#8221;off&#8221; global_colors_info=&#8221;{%22gcid-777de84f-6515-4663-a7ca-94c94d9f8e9e%22:%91%22background_color%22%93}&#8221;][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/cineastaspernambucanas\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/bg-materia2b.png&#8221; title_text=&#8221;bg-materia2b&#8221; show_bottom_space=&#8221;off&#8221; align=&#8221;center&#8221; _builder_version=&#8221;4.14.1&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; width=&#8221;150%&#8221; sticky_position=&#8221;top&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CAD\u00ca O TREM DA EQUIDADE?\u00c9 ineg\u00e1vel a efervesc\u00eancia art\u00edstica existente em Pernambuco. 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