{"id":179,"date":"2023-12-07T11:43:22","date_gmt":"2023-12-07T14:43:22","guid":{"rendered":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/bregafunk-identidade-consumo-periferia\/?p=179"},"modified":"2024-11-26T18:35:49","modified_gmt":"2024-11-26T21:35:49","slug":"o-brega-funk-gera-o-ritmo-que-movimenta-o-corpo-e-a-economia-do-grande-recife","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/bregafunk-identidade-consumo-periferia\/o-brega-funk-gera-o-ritmo-que-movimenta-o-corpo-e-a-economia-do-grande-recife\/","title":{"rendered":"O BREGA FUNK GERA: O Ritmo que Movimenta o Corpo e a Economia do Grande Recife"},"content":{"rendered":"\n<p>O rel\u00f3gio batia 7h40 da manh\u00e3 de um s\u00e1bado, e o sol tava uma lua. No quintal da \u201cRose Bronze\u201d, em Salgadinho, Olinda, Ednalda e Ana j\u00e1 estavam posicionadas para receber a desejada marquinha de biquini, e pouco se importavam com o fervor do sol em suas peles. A marquinha era o toque\u00a0 que faltava para que se sentissem bem consigo mesmas antes de mandar bem no passinho na festa. Na minha mente, automaticamente tocou &#8220;mete o fio dental e passa o \u00f3leo no bumbum&#8221;, hit entoado por <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=O7zDzDszCrI&amp;pp=ygUPbWV0ZSBmaW8gZGVudGFs\">Sheldon e DJ Nando<\/a>. <\/p>\n\n\n\n<p>MC Sheldon avisa &#8220;o sol t\u00e1 esquentando ent\u00e3o pode relaxar\/empina o <a href=\"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/bregafunk-identidade-consumo-periferia\/escames-dialetopernambucano\/\">cachorro<\/a> que eu mesmo vou passar&#8221;. Mas o comando desta vez estava na m\u00e3o de Rosilene Miranda de Barros, 43 anos. Al\u00e9m de empres\u00e1ria do ramo, \u00e9 testemunha de um fen\u00f4meno que vai al\u00e9m da est\u00e9tica: o Brega Funk, que se tornou, tamb\u00e9m, uma for\u00e7a econ\u00f4mica nas comunidades perif\u00e9ricas do Grande Recife. O ritmo faz a economia das periferias girar, gerando emprego e renda n\u00e3o apenas para m\u00fasicos, produtores ou dan\u00e7arinos, mas tem o potencial de girar a microeconomia tamb\u00e9m a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de est\u00e9tica, como os de Rose Bronze.<\/p>\n\n\n\n<p>Rose \u00e9 um exemplo vivo do impacto do Brega Funk na economia da Regi\u00e3o Metropolitana, pois ela encontrou no movimento sua fonte de renda. \u201cEstava desempregada, vi a procura pela marquinha de fita crescendo entre as f\u00e3s do ritmo encontrei ali um jeito de manter minha fam\u00edlia\u201d, afirma a microempreendedora, dona do neg\u00f3cio desde 2019. Sua hist\u00f3ria reflete uma realidade mais ampla: de acordo com uma pesquisa do Persona Favela, 60% dos neg\u00f3cios nas favelas s\u00e3o liderados por mulheres pretas, como Rose. &nbsp;Ela \u00e9 a prova que o brega \u2018gera\u2019: gera a renda que ajuda nas contas de casa.<\/p>\n\n\n\n<p>A empreendedora contava com a ajuda da filha Thaynara Miranda, 25, no \u00ednicio do neg\u00f3cio. Mas, com a partida dela para Portugal, Rose optou por seguir sozinha, trabalhando com uma agenda reduzida de atendimentos, para conseguir manter a qualidade do trabalho e a fidelidade das clientes. \u201cSe eu atender muita gente, n\u00e3o vou conseguir dar aten\u00e7\u00e3o que cada uma merece. Para a marquinha fica bem feita, precisa de um olhar mais cuidadoso. Quando Thay ainda estava aqui, eu abria para gente, mas, hoje,&nbsp; tenho que abra\u00e7ar essa realidade\u201d, contou. Rose afirmou ainda que prefere trabalhar sozinha pois, \u201ceu sei o jeito que fa\u00e7o, e j\u00e1 penso que a outra pessoa n\u00e3o teria o mesmo cuidado. S\u00f3 penso no estresse que teria, prefiro nem testar\u201d. A agenda de Rosilene conta com 20 fi\u00e9is clientes que sempre retocam sua marquinha naquele mesmo quintal de salgadinho, mas, a m\u00e9dia de atendimento mensal fica na faixa de 30.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, o neg\u00f3cio da olindense \u00e9 um pequeno trecho da grande letra que o brega funk d\u00e1 na economia pernambucana.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O movimento brega funk pode ser considerado um arranjo produtivo, uma cadeira com diversos setores e um mercado que aquece especialmente neg\u00f3cios locais, geralmente nas periferias. S\u00e3o Mc\u2019s, dan\u00e7arinos, comunicadores, produtores, barbeiros e demais at\u00e9 empreendedores do setor da beleza que fazem parte da ind\u00fastria que movimenta a economia da Regi\u00e3o Metropolitana do Recife desde 2018, quando houve uma explos\u00e3o metropolitana do ritmo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 dif\u00edcil encontrar dados precisos ou mais recentes sobre o impacto do brega-funk na economia criativa local, visto que o movimento recebe pouco do olhar da m\u00eddia. No <a href=\"https:\/\/globoplay.globo.com\/capital-do-brega\/t\/WZXGGdLtXx\/\">document\u00e1rio Capital do Brega<\/a>, exibido pela TV Globo em 2018, estimativa-se que 400 artistas vivessem do ritmo na capital pernambucana, al\u00e9m de 60 casas de shows e a perspectiva de que o ritmo respondesse por 70% do show business em Pernambuco, de acordo com o produtor F\u00e1bio Ten\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>E, se tem brega funk, tem beleza envolvida e tem cabelo na r\u00e9gua. Ficar com o corte de cabelo em dia \u00e9 o que tamb\u00e9m levanta a autoestima de diversos jovens de periferia e Anderson Alves, de 23 anos, \u00e9 quem levanta o pique dos meninos em sua barbearia, localizada no Curado, Jaboat\u00e3o dos Guararapes, com um trabalho que transforma cabelo em arte. Para deixar o clima fluir antes de cada corte, Anderson coloca uma playlist de brega funk para distrair os clientes que aguardam sua vez.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A cena do Brega Funk \u00e9 muito mais do que o que se v\u00ea nos palcos. \u00c9 um ecossistema econ\u00f4mico que se ramifica por diversas atividades, desde sal\u00f5es de beleza at\u00e9 eventos locais. Os artistas s\u00e3o apenas a ponta do iceberg&#8221;, destaca Anderson Alves, que abriu o neg\u00f3cio em 2021 e chega a faturar em m\u00e9dia R$3000.<\/p>\n\n\n\n<p>Para entender a&nbsp; for\u00e7a&nbsp; vital dos pequenos empreendedores nas favelas, a professora e economista Ana Cl\u00e1udia Laprov\u00edtera explica como esses neg\u00f3cios contribuem para o desenvolvimento econ\u00f4mico local.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O componente est\u00e9tico importa muito. O cidad\u00e3o da periferia \u00e9 conectado, digital e m\u00f3vel. Esse \u00e9 um perfil diferente, mais ligado \u00e0 cultura local. O Brega Funk, nesse contexto, n\u00e3o \u00e9 apenas um g\u00eanero musical, mas uma express\u00e3o cultural que se conecta com a realidade dessas comunidades\u201d, explica a economista.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Os pequenos empreendimentos nas favelas n\u00e3o s\u00e3o apenas uma resposta ao desemprego, mas tamb\u00e9m um colch\u00e3o de amortecimento em per\u00edodos de crise. Hoje, metade dos moradores de favelas est\u00e3o envolvidos em empreendimentos, impulsionando n\u00e3o apenas a economia, mas tamb\u00e9m a din\u00e2mica social e a autoestima&#8221;, destaca Ana Cl\u00e1udia.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela continua, abordando os desafios enfrentados pelos empreendedores locais, destacando a falta de capital como a maior dificuldade para 55% deles. No entanto, ela ressalta que, apesar desses desafios, h\u00e1 uma din\u00e2mica interna de produ\u00e7\u00e3o e consumo nas favelas, impulsionada pela internet, que est\u00e1 transformando a economia local.<\/p>\n\n\n\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre o movimento cultural do Brega Funk e o crescimento de setores espec\u00edficos n\u00e3o pode ser ignorada. Watheley Jeronimo da Silva, conhecido como WT na Base, compartilha sua experi\u00eancia como produtor musical autodidata. Ele destaca como o componente est\u00e9tico importa, influenciando n\u00e3o apenas a m\u00fasica, mas tamb\u00e9m os neg\u00f3cios voltados para a est\u00e9tica promovida pelo movimento.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO Brega Funk sempre esteve na minha vida. A cultura local, os shows, os bailes na Ilha do Maruim, em Olinda, onde cresci, moldaram minha paix\u00e3o pela m\u00fasica. Sou autodidata, aprendi a fazer beats com um computador antigo que minha m\u00e3e me deu com muito esfor\u00e7o. Hoje, a m\u00fasica \u00e9 minha vida profissional&#8221;, conta WT na Base.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O brega funk \u00e9 um fen\u00f4meno cultural que vai al\u00e9m da m\u00fasica. Ele influencia o estilo de vida. As pessoas querem se identificar isso tr\u00e1s uma responsabilidade maior para a gente. Tem crian\u00e7a que escuta e vai crescer ouvindo aquela letra. Eu falo isso porque foi o que aconteceu comigo. Mas isso cria oportunidades de neg\u00f3cios diferentes, e tem muita gente que vai para o lugar onde o dinheiro est\u00e1 indo&#8221;, afirma WT na Base.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEu cresci em meio a muita m\u00fasica, mas n\u00e3o achava que ia trabalhar com isso. Mas, acho que come\u00e7ar a criar beats foi o que me salvou. N\u00e3o me imagino fazendo outra coisa. E essa \u00e9 a fonte das minhas roupas boas, de pode comprar um lanche que quero a qualquer hora, da minha moto. Se me perguntasse h\u00e1 alguns anos se eu teria tudo isso por causa do brega, eu ia duvidar, mas \u00e9 o mais real que eu poderia ter\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao potencial de crescimento dos neg\u00f3cios nas favelas, Ana Cl\u00e1udia \u00e9 otimista. Com 423 favelas e 17,9 milh\u00f5es de habitantes no Brasil, os moradores movimentam uma renda pr\u00f3pria de R$202 bilh\u00f5es por ano, grande parte consumindo localmente, segundo o DataFavela. Outra pesquisa do instituto afirma que 7 em cada 10 moradores que pretendem abrir um neg\u00f3cio planejam faz\u00ea-lo dentro da favela.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"infogram-embed\" data-id=\"82bb3dce-9f43-4c5f-b127-ce2076724bd3\" data-type=\"interactive\" data-title=\"Gr\u00e1fico de barra \"><\/div><script>!function(e,n,i,s){var d=\"InfogramEmbeds\";var o=e.getElementsByTagName(n)[0];if(window[d]&&window[d].initialized)window[d].process&&window[d].process();else if(!e.getElementById(i)){var r=e.createElement(n);r.async=1,r.id=i,r.src=s,o.parentNode.insertBefore(r,o)}}(document,\"script\",\"infogram-async\",\"https:\/\/e.infogram.com\/js\/dist\/embed-loader-min.js\");<\/script><div style=\"padding:8px 0;font-family:Arial!important;font-size:13px!important;line-height:15px!important;text-align:center;border-top:1px solid #dadada;margin:0 30px\"><a href=\"https:\/\/infogram.com\/82bb3dce-9f43-4c5f-b127-ce2076724bd3\" style=\"color:#989898!important;text-decoration:none!important;\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Gr\u00e1fico de barra <\/a><br><a href=\"https:\/\/infogram.com\" style=\"color:#989898!important;text-decoration:none!important;\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Infogram<\/a><\/div>\n\n\n\n<p>&#8220;O potencial de crescimento \u00e9 gigantesco. Os neg\u00f3cios dentro das favelas t\u00eam um mercado cativo, e os empreendedores est\u00e3o conectados com a din\u00e2mica local. Isso n\u00e3o s\u00f3 reduz o desemprego, mas tamb\u00e9m contribui para a economia regional de uma forma significativa&#8221;, destaca Ana Cl\u00e1udia. \u201cOs pequenos empreendimentos nas favelas s\u00e3o essenciais para amortecer o impacto do desemprego e das crises. Atualmente, 50% dos moradores de favela s\u00e3o empreendedores, somando 5,2 milh\u00f5es, sendo que apenas 37% t\u00eam CNPJ&#8221;,completa.<\/p>\n\n\n\n<p>A possibilidade de gerar renda com o brega funk \u00e9 t\u00e3o diversa que tem gente gerando receita com v\u00eddeos nas redes sociais. \u00c9 o caso de&nbsp; Aleff Soares, um dan\u00e7arino de Brega Funk do bairro do&nbsp; Jord\u00e3o, no Recife, cliente do sal\u00e3o de&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Anderson, para onde vai preparar o look para se&nbsp; destacar nos v\u00eddeos de dan\u00e7a que posta nas redes sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cComecei a postar v\u00eddeos de dan\u00e7a em 2021, e tudo mudou. O Brega Funk n\u00e3o \u00e9 apenas um movimento cultural, \u00e9 uma fonte de renda. Atrav\u00e9s das redes sociais, consegui oportunidades de trabalho que antes pareciam distantes\u201d, conta Allef.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O Brega Funk mudou minha vida. As pessoas reconhecem meu trabalho, e isso me proporciona oportunidades. Al\u00e9m da dan\u00e7a, tamb\u00e9m estou explorando outras formas de contribuir para o movimento, seja na produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado ou participando de clipes e shows. Tudo isso me proporciona uma renda, mas acima de tudo um amor pelo que fa\u00e7o&#8221;, destaca Aleff.<\/p>\n\n\n\n<p>As batidas envolventes ecoam n\u00e3o apenas nas pistas de dan\u00e7a, mas tamb\u00e9m nos pequenos neg\u00f3cios que moldam a vida cotidiana das comunidades. O Brega Funk n\u00e3o \u00e9 apenas um g\u00eanero musical; \u00e9 um movimento cultural que ressoa nas ruas, nos sal\u00f5es e nos empreendimentos, redefinindo a narrativa da regi\u00e3o e impulsionando uma onda de transforma\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e social. O ritmo que move o corpo tamb\u00e9m move a economia e pulsa os altos da cidade.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\">Vai chegar? Antes liga para o DDD que comanda a cena:<\/h1>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Liga no 081\" width=\"1080\" height=\"608\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=PLIIEj8LfZ4G3c3FUNzThfzSeWGnD9upH0\"  allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O rel\u00f3gio batia 7h40 da manh\u00e3 de um s\u00e1bado, e o sol tava uma lua. No quintal da \u201cRose Bronze\u201d, em Salgadinho, Olinda, Ednalda e Ana j\u00e1 estavam posicionadas para receber a desejada marquinha de biquini, e pouco se importavam com o fervor do sol em suas peles. 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