{"id":5705,"date":"2021-05-22T00:28:51","date_gmt":"2021-05-22T03:28:51","guid":{"rendered":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/bibliobulico\/?page_id=5705"},"modified":"2021-06-02T19:36:21","modified_gmt":"2021-06-02T22:36:21","slug":"contextualizacao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/bibliobulico\/contextualizacao\/","title":{"rendered":"Contextualiza\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; admin_label=&#8221;Hero Section&#8221; _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; background_color=&#8221;rgba(0,0,0,0.7)&#8221; background_image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/bibliobulico\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/43b0913d-16b4-4d49-826d-7b9bfcbd3a61.jpg&#8221; background_position=&#8221;bottom_right&#8221; background_blend=&#8221;multiply&#8221; background_enable_video_mp4=&#8221;off&#8221; background_enable_video_webm=&#8221;off&#8221; background_video_width=&#8221;1920&#8243; background_video_height=&#8221;1080&#8243; custom_margin=&#8221;|||&#8221; custom_padding=&#8221;18%||18%|&#8221; animation_style=&#8221;fade&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; title_text=&#8221;43b0913d-16b4-4d49-826d-7b9bfcbd3a61&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; custom_padding=&#8221;|||&#8221; custom_padding__hover=&#8221;|||&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_font_size=&#8221;24px&#8221; text_line_height=&#8221;1.6em&#8221; header_font=&#8221;||||||||&#8221; header_font_size=&#8221;80px&#8221; header_line_height=&#8221;1.1em&#8221; header_2_font=&#8221;||||||||&#8221; text_orientation=&#8221;center&#8221; background_layout=&#8221;dark&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221; header_font_size_tablet=&#8221;&#8221; header_font_size_phone=&#8221;48px&#8221; header_font_size_last_edited=&#8221;on|phone&#8221; text_text_shadow_style=&#8221;preset3&#8243;]<\/p>\n<h1>Contextualiza\u00e7\u00e3o<\/h1>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; admin_label=&#8221;Texto&#8221; _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; custom_padding=&#8221;100px||0px||false|false&#8221;][et_pb_row admin_label=&#8221;Text Area&#8221; _builder_version=&#8221;3.25&#8243; max_width=&#8221;700px&#8221; custom_padding=&#8221;20px|||&#8221; use_custom_width=&#8221;on&#8221; custom_width_px=&#8221;700px&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;3.25&#8243; custom_padding=&#8221;|||&#8221; custom_padding__hover=&#8221;|||&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_line_height=&#8221;1.8em&#8221; animation_style=&#8221;fade&#8221; animation_direction=&#8221;bottom&#8221; animation_starting_opacity=&#8221;100%&#8221;]<\/p>\n<p>O mercado liter\u00e1rio brasileiro est\u00e1 em crise. De acordo com pesquisa feita pela provedora de dados para o setor de publica\u00e7\u00e3o de livros, Nielsen Bookscan, para a C\u00e2mara Brasileira do Livro e Sindicato Nacional de Editores de Livros, nos \u00faltimos 14 anos, o mercado editorial encolheu pouco mais de 20%. Salvos os livros religiosos. Os resultados assustam o mercado editorial, principalmente as editoras, que vivem em constante mudan\u00e7a de imagem e de comunica\u00e7\u00e3o para manter o p\u00fablico.<\/p>\n<p>N\u00e3o d\u00e1 pra ignorar que a evolu\u00e7\u00e3o dada pela tecnologia hoje \u00e9 quem d\u00e1 as cartas. Chegaram produtos eletr\u00f4nicos como o Kindle, leitor de livros feito pela Amazon.com Inc. que lembra um tablet, mas tamb\u00e9m funciona nos smartphones atrav\u00e9s de um app. O Kindle traz a comodidade em ter uma estante de livros dentro de um dispositivo, comportando de 1.400 at\u00e9 3.000 obras, fora a praticidade de transporte, peso mais leve, al\u00e9m da preserva\u00e7\u00e3o da natureza por n\u00e3o utilizar papel.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/bibliobulico\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/image1.png&#8221; title_text=&#8221;image1&#8243; _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_line_height=&#8221;1.8em&#8221; header_2_font_size=&#8221;36px&#8221; custom_margin=&#8221;50px||||false|false&#8221; animation_style=&#8221;fade&#8221; animation_direction=&#8221;bottom&#8221; animation_starting_opacity=&#8221;100%&#8221;]<\/p>\n<h2>As pessoas leram mais<br \/>\ndurante o isolamento<\/h2>\n<p>A pandemia e todo o contexto de isolamento deram um empurr\u00e3ozinho nas vendas liter\u00e1rias. Os resultados come\u00e7aram a aparecer em maio e junho de 2020. Segundo o Painel de Varejo dos Livros no Brasil, apurado pela Nielsen para o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), julho marcou a interrup\u00e7\u00e3o de queda e o come\u00e7o da evolu\u00e7\u00e3o positiva, sob efeito da arrancada da venda do livro f\u00edsico em meio digital.<\/p>\n<p>No m\u00eas de julho de 2020, houve uma alta de 17% no faturamento em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2019. Entre 7 de setembro e 4 de outubro, houve alta de 7,31% nas receitas, com a venda de 3,17 milh\u00f5es de exemplares. O saldo ainda \u00e9 negativo devido ao impacto dos meses mais deprimidos da pandemia. De janeiro at\u00e9 novembro de 2020, foram comercializados 29,1 milh\u00f5es de livros, comparado a 30,2 milh\u00f5es no mesmo per\u00edodo de 2019. O faturamento, at\u00e9 novembro de 2020, foi de R$ 1,25 bilh\u00e3o, frente a R$ 1,32 bilh\u00e3o de 2019.<\/p>\n<p>O ano pand\u00eamico de 2020 acabou diminuindo uma escalada de recupera\u00e7\u00e3o do setor. O presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Marcos da Veiga Pereira, afirma que em 2019 o setor &#8220;teve um respiro, depois de quatro anos de queda nas vendas&#8221;. O ano terminou com o saldo de crescimento de 44% em compara\u00e7\u00e3o ao ano anterior. Segundo dados da Neotrust\/Compre&amp;Confie, em 2020, foram realizadas 14,2 milh\u00f5es de compras de livros pelo com\u00e9rcio eletr\u00f4nico. Esse resultado reflete o isolamento social.[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_line_height=&#8221;1.8em&#8221; header_2_font_size=&#8221;36px&#8221; custom_margin=&#8221;50px||||false|false&#8221; animation_style=&#8221;fade&#8221; animation_direction=&#8221;bottom&#8221; animation_starting_opacity=&#8221;100%&#8221;]<\/p>\n<h2>E o mercado editorial?<\/h2>\n<p>N\u00e3o \u00e9 de hoje que o mercado liter\u00e1rio anda em maus len\u00e7\u00f3is. Um dos maiores ind\u00edcios \u00e9 o encerramento de grande parte das unidades das duas maiores livrarias do pa\u00eds, a Cultura e a Saraiva, que aconteceu entre os anos 2018 e 2021, dando preju\u00edzo de R$ 4,9 milh\u00f5es em novembro de 2020, como mostrou um balan\u00e7o da consultoria RV3. Essa queda progressiva causa diminui\u00e7\u00e3o de lan\u00e7amentos e tiragens menores, que resultam em pre\u00e7os de capa mais altos, aproximando a depend\u00eancia do mercado das multinacionais como a Amazon, que se beneficia de crises em mercados distintos. De acordo com a Dow Jones Newswires, respons\u00e1vel pelas principais publica\u00e7\u00f5es do mercado financeiro dos EUA, s\u00f3 nos \u00faltimos dois anos o lucro l\u00edquido da Amazon mais que dobrou, de US$ 3,2 bilh\u00f5es em 2019, para US$ 7,2 bilh\u00f5es em 2020, provando que a pandemia, para ela, resultou em uma soma positiva.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; admin_label=&#8221;Timeline&#8221; _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_padding=&#8221;0px||0px|||&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; width=&#8221;100%&#8221; max_width=&#8221;2560px&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_code _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<iframe src='https:\/\/cdn.knightlab.com\/libs\/timeline3\/latest\/embed\/index.html?source=1_66-7e9DbNeekxb_ABk7uMPC2E8bivOF17FH6AiwyEE&#038;font=Default\u27e8=pt-br&#038;initial_zoom=2&#038;height=650' width='100%' height='650' frameborder='0'><\/iframe>[\/et_pb_code][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; admin_label=&#8221;Texto&#8221; _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; custom_padding=&#8221;0px||100px||false|false&#8221;][et_pb_row admin_label=&#8221;Text Area&#8221; _builder_version=&#8221;3.25&#8243; max_width=&#8221;700px&#8221; custom_padding=&#8221;20px|||&#8221; use_custom_width=&#8221;on&#8221; custom_width_px=&#8221;700px&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;3.25&#8243; custom_padding=&#8221;|||&#8221; custom_padding__hover=&#8221;|||&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_line_height=&#8221;1.8em&#8221; animation_style=&#8221;fade&#8221; animation_direction=&#8221;bottom&#8221; animation_starting_opacity=&#8221;100%&#8221;]A crise no mercado liter\u00e1rio insiste n\u00e3o porque as livrarias deixaram de ser o \u00fanico meio de acesso aos livros, mas sim porque ignora-se que hoje o maior meio de compras e acessibilidade \u00e9 a internet. De acordo com o historiador, editor e consultor de tend\u00eancias no mercado editorial, Daniel Limeira, \u201cdurante muito tempo colocou-se, estupidamente, o livro como o antagonista do mundo conectado, mas devemos aprender a conviver e inserir o livro nesse universo\u201d.<\/p>\n<p>Ou seja, o que Daniel defende \u00e9 que os leitores continuam \u00e1vidos pelos os livros, em dados segundo a pesquisa Retratos da Leitura do Brasil, divulgada em setembro de 2020 com dados de 2019. No Brasil, existem cerca de 100 milh\u00f5es de leitores, que comp\u00f5em 52% da popula\u00e7\u00e3o. Esses leitores s\u00e3o em n\u00fameros absolutos n\u00e3o estudantes (61,2 milh\u00f5es), da classe C, D e E (70 milh\u00f5es) e de renda familiar entre um e cinco sal\u00e1rios m\u00ednimos (76,3 milh\u00f5es). Em termos de porcentagens, \u00e9 maior o n\u00famero de leitores entre os que possuem Ensino Superior (68%), da classe A e B (67 e 63%, respectivamente), e de renda familiar de mais de 10 sal\u00e1rios m\u00ednimos (70%).[\/et_pb_text][et_pb_code _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<\/p>\n<div class=\"infogram-embed\" data-id=\"a656a04b-2a19-4255-847c-78f1dd47af23\" data-type=\"interactive\" data-title=\"Leitores Brasil\"><\/div>\n<p><script>!function(e,i,n,s){var t=\"InfogramEmbeds\",d=e.getElementsByTagName(\"script\")[0];if(window[t]&&window[t].initialized)window[t].process&&window[t].process();else if(!e.getElementById(n)){var o=e.createElement(\"script\");o.async=1,o.id=n,o.src=\"https:\/\/e.infogram.com\/js\/dist\/embed-loader-min.js\",d.parentNode.insertBefore(o,d)}}(document,0,\"infogram-async\");<\/script><\/p>\n<div style=\"padding:8px 0;font-family:Arial!important;font-size:13px!important;line-height:15px!important;text-align:center;border-top:1px solid #dadada;margin:0 30px\"><a href=\"https:\/\/infogram.com\/a656a04b-2a19-4255-847c-78f1dd47af23\" style=\"color:#989898!important;text-decoration:none!important;\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Leitores Brasil<\/a><!\u2013- [et_pb_br_holder] -\u2013><a href=\"https:\/\/infogram.com\" style=\"color:#989898!important;text-decoration:none!important;\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Infogram<\/a><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] -->[\/et_pb_code][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_line_height=&#8221;1.8em&#8221; custom_margin=&#8221;0px||||false|false&#8221; animation_style=&#8221;fold&#8221; animation_direction=&#8221;bottom&#8221; animation_intensity_fold=&#8221;20%&#8221; animation_starting_opacity=&#8221;100%&#8221;]<\/p>\n<p>A partir dos dados do infogr\u00e1fico, \u00e9 poss\u00edvel ver o investimento em tecnologias e, principalmente, em marketing para esse mercado como uma sa\u00edda para a crise. O p\u00fablico precisa saber que um livro existe, precisa se sentir atra\u00eddo por ele. Isso atrav\u00e9s de uma boa estrat\u00e9gia de marketing. N\u00e3o existem problemas quanto a forma como a maioria das editoras fabricam bons produtos, mas sim na maneira como a divulga\u00e7\u00e3o da obra \u00e9 feita, o que, muitas vezes, n\u00e3o contribui para o sucesso nas vendas.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_line_height=&#8221;1.8em&#8221; header_2_font_size=&#8221;36px&#8221; custom_margin=&#8221;50px||||false|false&#8221; animation_style=&#8221;fade&#8221; animation_direction=&#8221;bottom&#8221; animation_starting_opacity=&#8221;100%&#8221;]<\/p>\n<h2>O tradicional e o independente<\/h2>\n<p>Segundo a plataforma de cursos online para novos autores, BookLabs, nas editoras <strong>tradicionais<\/strong> o autor \u00e9 dono do texto, mas n\u00e3o do livro. Nesse m\u00e9todo, a editora fica respons\u00e1vel por todo o trabalho de cria\u00e7\u00e3o do livro. Por isso, a maior parte do lucro tamb\u00e9m pertencer\u00e1 a ela, deixando o escritor com uma pequena quantia comparada ao retorno do livro no mercado. O escritor n\u00e3o tem tanto controle sobre o seu trabalho e fica totalmente alheio ao processo. Esse tipo de contrato s\u00f3 \u00e9 vantajoso para autores de apelo popular.<\/p>\n<p>J\u00e1 nas iniciativas liter\u00e1rias <strong>independentes<\/strong> o escritor \u00e9 dono da pr\u00f3pria obra, ou seja, tem mais liberdade criativa na constru\u00e7\u00e3o do texto, sendo totalmente respons\u00e1vel pelo conte\u00fado e originalidade, esse \u00e9 um dos pontos mais importantes. A editora independente tem seu trabalho focado na \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o, sendo respons\u00e1vel pela revis\u00e3o, diagrama\u00e7\u00e3o e impress\u00e3o do livro, sob um pre\u00e7o justo para ambas as partes. Al\u00e9m disso, geralmente, o mercado criativo das editoras independentes permite uma intera\u00e7\u00e3o maior entre o autor e a editora.[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_line_height=&#8221;1.8em&#8221; header_2_font_size=&#8221;36px&#8221; custom_margin=&#8221;50px||||false|false&#8221; animation_style=&#8221;fade&#8221; animation_direction=&#8221;bottom&#8221; animation_starting_opacity=&#8221;100%&#8221;]<\/p>\n<h2>Um futuro ut\u00f3pico<\/h2>\n<p>Com o resultado positivo do \u00faltimo ano, as editoras independentes podem conquistar, cada vez mais, outros espa\u00e7os no mercado. Cada uma fazendo seu trabalho da maneira que foi idealizado atrai o leitor de forma que possibilita o crescimento exponencial.<\/p>\n<p>De acordo com o fornecedor l\u00edder mundial de informa\u00e7\u00f5es bibliogr\u00e1ficas para editoras, Bowkers, 1.009.188 livros independentes foram publicados nos Estados Unidos em 2017 \u2013 um crescimento de 256%, em 5 anos. O volume de livros do Clube de Autores, que tem 85% desse mercado aqui no Brasil, fica na casa de 1% do que se registra nos EUA. Ou seja: h\u00e1 ainda muito espa\u00e7o para autores independentes aqui no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Nesse mesmo ano de 2017, o faturamento de livros tradicionais nos EUA cresceu 1,1%. J\u00e1 o faturamento de livros independentes cresceu quase o dobro: 2,1%. 29% de todos os best-sellers nos EUA em 2017 foram publicados como livros independentes. Vale dizer que diferente do que possa parecer esse n\u00famero de vendas nos EUA n\u00e3o se deve aos ebooks: 87% de todas as vendas de livros independentes s\u00e3o em formato impresso, e n\u00e3o eletr\u00f4nico.<\/p>\n<p>Olhando de maneira otimista, se l\u00e1 fora os autores independentes j\u00e1 representam 30% dos best-sellers, os autores e editoras independentes torcem para que seja uma quest\u00e3o de tempo para que essa realidade se repita tamb\u00e9m aqui no Brasil.[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_line_height=&#8221;1.8em&#8221; header_3_font_size=&#8221;24px&#8221; custom_margin=&#8221;50px||||false|false&#8221; animation_style=&#8221;fade&#8221; animation_direction=&#8221;bottom&#8221; animation_starting_opacity=&#8221;100%&#8221;]<\/p>\n<h3>Se foi para nunca mais voltar&#8230;<\/h3>\n<p>A virtualiza\u00e7\u00e3o das atividades das editoras foi algo que veio para ficar. Analisando os m\u00e9todos de comunica\u00e7\u00e3o nas redes das iniciativas independentes \u00e9 compreens\u00edvel essa mudan\u00e7a, pois o baixo custo dessas a\u00e7\u00f5es junto a mobiliza\u00e7\u00e3o ofertada pelas lives \u00e9 algo que consegue ir muito al\u00e9m dos eventos presenciais. A internet e sua possibilidade de longo alcance v\u00e3o somando positivamente \u00e0s editoras, seja em debates, apresenta\u00e7\u00f5es e tamb\u00e9m lan\u00e7amentos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o avan\u00e7o que as editoras tiveram nos canais de comunica\u00e7\u00e3o foi grande. Potencializar as redes sociais foi o primeiro passo. Depois do esquema adaptado, foi not\u00e1vel o quanto a comunica\u00e7\u00e3o direta com o p\u00fablico foi algo que trouxe vantagem. A pandemia e todo o isolamento social mudou os moldes de comunica\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o tantos das editoras quanto de outras iniciativas, mas tamb\u00e9m \u00e9 ineg\u00e1vel que isso j\u00e1 era algo que estava sendo necess\u00e1rio &#8211; os dados apresentados do \u00faltimo ano s\u00f3 deram um empurr\u00e3o para essa migra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O ponto forte das editoras independentes \u00e9 a inova\u00e7\u00e3o.Tudo \u00e9 feito de maneira singular, partindo de ideias \u00fanicas dos seus fundadores, escritores e p\u00fablico alvo. Isso nem de longe \u00e9 ruim, seus trabalhos d\u00e3o identifica\u00e7\u00e3o a diferentes grupos, al\u00e9m de divulgar talentos e boas hist\u00f3rias. E por que n\u00e3o as suas pr\u00f3prias hist\u00f3rias n\u00e3o serem contadas? Na pr\u00f3xima aba ser\u00e3o apresentadas cinco editoras que v\u00eam trilhando suas marcas na bibliodiversidade brasileira.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; admin_label=&#8221;Hero Section&#8221; _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; background_color=&#8221;rgba(0,0,0,0.7)&#8221; background_image=&#8221;https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/bibliobulico\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/43b0913d-16b4-4d49-826d-7b9bfcbd3a61.jpg&#8221; background_position=&#8221;bottom_right&#8221; background_blend=&#8221;multiply&#8221; background_enable_video_mp4=&#8221;off&#8221; background_enable_video_webm=&#8221;off&#8221; background_video_width=&#8221;1920&#8243; background_video_height=&#8221;1080&#8243; custom_margin=&#8221;|||&#8221; custom_padding=&#8221;18%||18%|&#8221; animation_style=&#8221;fade&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; title_text=&#8221;43b0913d-16b4-4d49-826d-7b9bfcbd3a61&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; custom_padding=&#8221;|||&#8221; custom_padding__hover=&#8221;|||&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; text_font=&#8221;||||||||&#8221; text_font_size=&#8221;24px&#8221; text_line_height=&#8221;1.6em&#8221; header_font=&#8221;||||||||&#8221; header_font_size=&#8221;80px&#8221; header_line_height=&#8221;1.1em&#8221; header_2_font=&#8221;||||||||&#8221; text_orientation=&#8221;center&#8221; background_layout=&#8221;dark&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221; header_font_size_tablet=&#8221;&#8221; header_font_size_phone=&#8221;48px&#8221; header_font_size_last_edited=&#8221;on|phone&#8221; text_text_shadow_style=&#8221;preset3&#8243;] Contextualiza\u00e7\u00e3o [\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; admin_label=&#8221;Texto&#8221; _builder_version=&#8221;4.9.4&#8243; custom_padding=&#8221;100px||0px||false|false&#8221;][et_pb_row admin_label=&#8221;Text Area&#8221; _builder_version=&#8221;3.25&#8243; max_width=&#8221;700px&#8221; custom_padding=&#8221;20px|||&#8221; use_custom_width=&#8221;on&#8221; custom_width_px=&#8221;700px&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;3.25&#8243; custom_padding=&#8221;|||&#8221; [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_et_pb_use_builder":"on","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/bibliobulico\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5705"}],"collection":[{"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/bibliobulico\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/bibliobulico\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/bibliobulico\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/bibliobulico\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5705"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/bibliobulico\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5705\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6065,"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/bibliobulico\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5705\/revisions\/6065"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/webjornalismo.unicap.br\/bibliobulico\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5705"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}