Marcas

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Evelyne Valgueiro

Quando passei no vestibular pensei, ingenuamente, que as preocupações tinham acabado e que ser jornalista seria como um sonho. Ligeiro percebi que aquela era uma fase de muitas responsabilidades e que logo teria que pensar em um tema para o TCC. O curso foi rolando e comecei a perceber minha afinidade pelas disciplinas visuais. Paralelamente, as temáticas sociais e ligadas à educação, tomaram conta de mim.

Ainda no quinto período, comecei a conversar com Paula sobre a possibilidade de fazermos o projeto juntas e, assim como eu, ela pensava em usar a plataforma web. Unimos o que nós tínhamos de diferente para em algo comum: pensar em um recorte e começar a trabalhar nele.

Espero que o resultado do nosso trabalho possa servir como uma plataforma de aprendizado e estímulo para quem tem alguma questão de pele ou mesmo para aqueles que demonstram interesse pelo assunto. O processo de produção não foi fácil, mas vejo o quanto foi importante passar por todas as etapas. Aprendi a manter o foco, a organização e a nunca desistir dos objetivos.

Paula Paixão

Escolhi o curso de jornalismo porque sempre gostei de escrever, contar histórias sempre foi uma paixão minha. Desde os 12 anos, lembro de passar horas e horas no computador escrevendo e, quando não tinha a ferramenta em mãos, usava folhas de fichário e canetas coloridas. Dentro do jornalismo, continuamos contando histórias. Reais, de dor, de alegrias, de superação, e me encontrei na profissão. Minha paixão de menina agora é adulta.

Na hora de escolher fazer um TCC, também quis poder contar histórias e juntar interesses. Sempre gostei da área de beleza, estética, maquiagem, e queria abordar, de alguma forma, os padrões de beleza e as diferenças. Como sabia que Evelyne tinha afinidade com pautas sociais e mais humanas, comecei a compartilhar algumas ideias com ela.

Juntas, ainda no 5º período, e com a orientação de Dario, fomos dando vida ao Marcas até ele se tornar o que é hoje; uma plataforma para que nossos personagens pudessem contar suas histórias, compartilhar os desafios de não se encaixar nos padrões e passar uma mensagem de tolerância e aceitação. Foi um processo longo, mas muito rico e que eu acredito ter refletido quem nós somos enquanto profissionais.

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